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Porto Alegre, quinta-feira, 26 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Petróleo

Alterada em 26/10 às 09h19min

Conselho da Petrobras aprova reestruturação e cria nova gerência

A reestruturação visa adequar a gestão da companhia à visão do Plano de Negócios e Gestão 2017-2021

A reestruturação visa adequar a gestão da companhia à visão do Plano de Negócios e Gestão 2017-2021


Tania Rego/ABr/JC
O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta quarta-feira (25) a reestruturação das áreas operacionais de Exploração e Produção, Refino e Gás Natural, iniciado em junho de 2016, e que reduziu os cargos gerencias em áreas administrativas da empresa em 40% ao longo deste ano.
A empresa confirmou a criação de uma Gerência Executiva de Reservatórios com objetivo de aumentar a geração de oportunidades de negócios por meio de novos projetos de desenvolvimento da produção, do aumento do fator de recuperação dos reservatórios e da incorporação sustentável de reservas. Além disso, informou a estatal, a função Exploração foi centralizada, visando aumentar a sinergia entre os projetos.
Com as mudanças, haverá uma redução aproximada de 11% no número de funções gerenciais, gerando uma economia estimada em R$ 35 milhões por ano, informou a Petrobras em um comunicado.
"Com a implementação do projeto, ao longo de 2018, alguns empregados poderão ser transferidos de acordo com atribuições e processos das gerências relacionadas, de forma a atender às necessidades da companhia. Não haverá demissões em função da reestruturação das áreas operacionais", garantiu a empresa, que havia anunciado na véspera que a partir da Reforma Trabalhista vai suspender os programas de demissões voluntárias e negociar as demissões diretamente com os trabalhadores.
Segundo comunicado da empresa, a primeira mudança será em dezembro de 2017, com a implantação de algumas unidades do ativo de Búzios na UO-Rio (Unidade Operacional-Rio). Em janeiro de 2018, ocorrerá a migração da gestão do Ativo Norte Capixaba da UO-ES (Unidade Operacional Espírito Santo) para a UO-BA (Unidade Operacional-Bahia).
Em julho de 2018, a operação dos campos de Barracuda-Caratinga passará a ser feita pela UO-BC Unidade Operacional Bacia de Santos), enquanto a de Albacora Leste será transferida para a UO-ES. Os três ativos estão alocados hoje à UO-Rio. Ainda em julho de 2018, será feito o remanejamento do Ativo de Albacora, hoje na UO-BC, para a UO-ES.
Em julho de 2019, os ativos de Sépia-Itapu e Libra serão criados na UO-Rio. Roncador e Frade, atualmente sob gestão da UO-Rio, passam a ficar sob gestão da UO-ES. Em julho de 2020, a gestão dos ativos de Marlim Sul e Marlim Leste passam da UO-Rio para a UO-BC.
Na Diretoria de Refino e Gás Natural, as principais alterações são: a otimização das estruturas das refinarias e fábricas de fertilizantes, preservando a segurança, a disponibilidade operacional e a eficiência. Além disso, haverá a criação de estruturas de Segurança Meio Ambiente e Saúde (SMS) e eficiência operacional no Gás Natural, otimizando estruturas de suporte.
De acordo com a estatal, a reestruturação visa adequar a gestão da companhia à visão do Plano de Negócios e Gestão 2017-2021.
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