Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 25 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Petróleo

Notícia da edição impressa de 26/10/2017. Alterada em 25/10 às 20h24min

Total quer que o governo acabe com o royalty cobrado sobre campos pequenos

A indústria petroleira ensaia um novo mantra de reivindicação, agora de redução dos royalties. O primeiro escalão de duas multinacionais - Total e Chevron - pediu mudanças regulatórias nesse sentido, em palestra durante o evento OTC Brasil 2017. A Total pediu a suspensão completa da cobrança para áreas de pequeno porte.
Diretor-geral do braço de exploração e produção no Brasil, Maxime Rabilloud diz que tem orçamento de R$ 24 bilhões para o período de 2013 a 2018 e que as oportunidades são boas, sobretudo, em águas profundas. Mas acrescentou que a petroleira vai "deixar o dinheiro no País que for mais eficiente". E, em seguida, lançou a proposta de zerar o royalty de um campo da Bacia de Campos, que especialistas identificaram como sendo o de Xerelete Sul.
Já o presidente da Chevron Brasil, Javier La Rosa, seguiu a mesma linha de discurso, de que é preciso reduzir o royalty para tornar os projetos mais atraentes. A empresa argumenta que a produção brasileira cairá 1,5 milhão de barris por dia em uma década, se nada for feito. E acrescentou: "Temos interesse no Brasil, mas há opções no mundo".
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia