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Porto Alegre, quarta-feira, 25 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

Alterada em 25/10 às 17h06min

À espera da Câmara e Copom, juros fecham em queda com câmbio mais comportado

Os juros futuros fecharam a sessão regular em baixa nesta quarta-feira (25). A alta apurada nas três últimas sessões abriu espaço para a devolução de parte dos prêmios, a partir do câmbio mais comportado e da aposta de que a denúncia contra o presidente da República, Michel Temer, será derrubada na votação do plenário da Câmara, permitindo a retomada da agenda de reformas. Quanto à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o mercado já embutiu nos preços um corte de 0,75 ponto porcentual na atual Selic de 8,25% e também um comunicado mais conservador em relação ao anterior, o que, no entanto, não assusta o investidor.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018, que melhor capta as apostas do mercado para a política monetária em 2017, fechou em 7,254%, de 7,275% no ajuste de terça-feira, e o DI para janeiro de 2019 encerrou com taxa de 7,24%, ante ajuste anterior de 7,27%. A taxa do DI para janeiro de 2021 caiu de 8,95% para 8,90%. O DI para janeiro de 2023 terminou com taxa de 9,59%, de 9,64%.
"Nem parece que é dia de Copom, tão dada está a redução de 0,75 ponto na Selic. O mercado operou mesmo de olho no exterior, onde a notícia do 'Banxico' fez as moedas de países emergentes melhorarem", disse a gestora de renda fixa da Mongeral Aegon Investimentos, Patricia Pereira.
O Banco do México informou que vai ampliar seu programa de hedge cambial a partir da quinta-feira (26), ao ofertar mais US$ 4 bilhões nos leilões realizados pela instituição até o fim deste ano.
Apesar das dificuldades que o governo está enfrentando para iniciar a sessão de votação da denúncia - até perto das 16h30 não havia sido formado quórum -, o mercado mantém a percepção de que o parecer do relator Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que pediu o arquivamento da matéria, será aprovado. O placar da votação, visto como um termômetro do apoio do governo para reformas, pode fazer preço nas taxas na quinta-feira.
Às 16h33, o dólar à vista era negociado em baixa de 0,18%, aos R$ 3,2449, e também recuava ante as chamadas moedas fortes. O índice DYX, que confronta o dólar ante uma cesta de seis moedas principais, caía 0,06%.
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