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Porto Alegre, terça-feira, 17 de outubro de 2017. Atualizado às 22h41.

Jornal do Comércio

Economia

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Notícia da edição impressa de 18/10/2017. Alterada em 17/10 às 23h41min

Setor de serviços cai 1% em agosto puxado por alimentação e alojamento

Apesar da inflação baixa e dos juros em queda no Brasil, o setor de serviços do País recuou 1% em agosto, ante o mês anterior, na série com ajuste sazonal, impactado pelo baixo consumo das famílias, informou ontem o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Foi o pior resultado para o mês na série histórica iniciada em 2012.
Em julho, o segmento já havia frustrado expectativas e registrado queda de 0,8% na comparação mensal, após três altas consecutivas.
Na comparação com agosto de 2016, sem ajuste, os serviços caíram 2,4%. Os acumulados de 2017 e em 12 meses até agosto mantiveram as respectivas quedas de 3,8% e 4,5%.
Os serviços prestados às famílias interromperam, em agosto, uma sequência de três meses seguidos de crescimento e foram a única atividade com queda (-4,8%) em relação ao mês anterior. O segmento foi afetado pelos serviços de alojamento e alimentação, que caíram 7,5% no mês.
Estabelecimentos como restaurantes, bares e hotéis vinham de quatro meses de crescimento, mas a alta também foi interrompida em agosto. "Foi um mês de baixo consumo. Houve uma queda generalizada no consumo desses serviços. Foi algo observado em todas as unidades da federação", explica o gerente da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), Roberto Saldanha.
Contribuíram também para a queda do índice as baixas em serviços audiovisuais, de edição e agências de notícias (-2%), de tecnologia da informação (-1,6%), transporte terrestre (-1,1%), armazenagem, serviços auxiliares dos transportes e correios (-0,7%) e telecomunicações (-0,2%).
Os destaques positivos em agosto foram os transportes aéreos (5,3%) e aquaviários (3,9%), assim como os serviços administrativos e complementares (1,5%). Demais serviços prestados às famílias - lavanderia, salão de beleza, academia, entre outros - permaneceram estáveis, com variação de 0,1% em agosto.
De acordo com o levantamento, a receita nominal do setor no mês caiu 0,6%, na comparação com julho. Em relação a agosto de 2016, porém, houve crescimento de 2%. Os acumulados no ano (1,7%) e em 12 meses (0,7%) não foram alterados.
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