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Porto Alegre, terça-feira, 17 de outubro de 2017. Atualizado às 14h16.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 17/10 às 15h21min

Bolsas da Europa fecham na maioria em queda; Madri sobe

As bolsas europeias fecharam na maioria em baixa nesta terça-feira, em uma sessão volátil. A bolsa madrilenha, porém, foi exceção e avançou, com investidores de olho nos desdobramentos da crise entre o governo central e a Catalunha.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,08%, em 391,11 pontos.
Houve certa cautela nos negócios, após a Coreia do Norte voltar a ameaçar o mundo com o risco de uma guerra nuclear. Além disso, continuam as incertezas como a crise catalã e, para os investidores, sobre quem será o próximo presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).
Na agenda de indicadores, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 1,5% em setembro na comparação anual, como em agosto, o que confirmou a preliminar e coincidiu com a expectativa dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal. No Reino Unido, por outro lado, a inflação ao consumidor subiu a 3% na comparação anual de setembro. Na Alemanha, o índice ZEW de expectativas econômicas avançou de 17 em setembro para 17,6 em outubro, ante previsão de 20,4 dos analistas.
Também atraiu a atenção o presidente do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), Mark Carney, que advertiu para o "risco enorme" trazido pela saída do Reino Unido da União Europeia, caso não ocorra um acordo entre as partes para organizar esse processo.
Na Espanha, a bolsa local melhorou após uma decisão do Tribunal Constitucional de anular a lei regional que permitiu a realização do plebiscito separatista na Catalunha. O governo do premiê Mariano Rajoy tem pressionado as lideranças locais a recuar até quinta-feira na tentativa de secessão e ameaça intervir, caso isso não ocorra.
Na bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em queda de 0,14%, em 7.516,17 pontos. No setor de publicações de educação, Pearson subiu 7,32%, após publicar balanço que agradou o mercado. Já a operadora de parques temáticos Merlin Entertainments recuou quase 15,94%, com seus negócios prejudicados pelo tempo ruim e pelos efeitos de ataques terroristas recentes sobre seus negócios em Londres.
Em Frankfurt, o índice DAX teve baixa de 0,07%, a 12.995,06 pontos. Entre os bancos, Deutsche Bank subiu 0,96%, mas Commerzbank caiu 0,38%. No setor de energia, E.ON subiu 1%. Já Deutsche Telekom recuou 0,84%.
O índice CAC-40, da bolsa de Paris, recuou 0,03%, a 5.361,37 pontos. Air France-KLM subiu 2,95%, mas Peugeot e Carrefour caíram 1,22% e 1,01%, respectivamente. No setor bancário francês, Société Générale teve baixa de 0,13% e Crédit Agricole avançou 0,03%.
Na bolsa de Milão, o índice FTSE-MIB teve queda de 0,40%, a 22.337,78 pontos. Entre os bancos italianos, Intesa Sanpaolo caiu 0,28%, Banco BPM teve baixa de 1,59% e UniCredit, de 0,35%. ENI caiu 0,71% e Fiat Chrysler recuou 1,47%.
Em Madri, o IBEX-35 avançou 0,35%, a 10.216,80 pontos. Santander subiu 1,17% e Banco de Sabadell avançou 0,92%, entre os papéis mais negociados. Telefónica recuou 0,75%.
Na bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 caiu 0,03%, a 5.450,85 pontos. Banco Comercial Português e Ibersol recuaram 0,47% e 2,09%, respectivamente, mas EDP renováveis subiu 0,44%. 
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