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Porto Alegre, domingo, 08 de outubro de 2017. Atualizado às 22h30.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado de capitais

Notícia da edição impressa de 09/10/2017. Alterada em 08/10 às 22h28min

Vulcabras continua com oferta de ações, e Neoenergia aguarda próxima janela

A Vulcabras, dona das marcas Azaleia e Olympikus, mantém os planos para sua "reestreia" na bolsa brasileira e precificará sua ação no dia 24 de outubro, em uma oferta que poderá girar R$ 650 milhões, considerando a colocação apenas do lote principal e o preço no centro da faixa indicativa, de R$ 8,50 e R$ 10,50. Em compensação, a Neoenergia, que mirava a janela de outubro para abrir seu capital, decidiu aguardar para o fim do ano, na tentativa de conseguir uma melhor avaliação da companhia.
A Vulcabras oferecerá ao mercado 68,420 milhões de ações, sendo 60.526.000 relativa a uma oferta primária, que poderá, assim injetar no caixa da companhia R$ 574,997 milhões, ainda considerando o preço no meio do intervalo proposto. Apesar de ser uma oferta subsequente (follow on), a ação tem baixíssima liquidez, e por isso existe uma faixa indicativa de preço, como em uma Oferta Inicial de Ações (IPO, na sigla em inglês). O restante da operação corresponde à oferta secundária, que dará saída a atuais acionistas.
Já a Neoenergia, que também está com seu pedido de registro na CVM, decidiu, conforme fontes, deixar a oferta para a última janela do ano, possivelmente em dezembro, utilizando, assim, os dados do terceiro trimestre do ano. Para conseguir lançar sua oferta no último mês do ano, a companhia terá que correr para conseguir publicar seu demonstrativo financeiro rapidamente. A decisão foi tomada depois da empresa não conseguir fazer sua avaliação predominar em conversas iniciais com investidores, que estimaram o valor da companhia em R$ 15 bilhões, R$ 5 bilhões a menos do que o desejado.
Segundo fontes, como a companhia não quis reduzir na largada o preço da empresa, não valia a pena manter a oferta em outubro, visto que, ao longo do processo, acabaria sendo obrigada a reduzir a faixa indicativa de preço, o que traz um desgaste ao processo. Nessa janela, Camil e Eneva tiveram que reduzir os valores para emplacarem as ofertas, ao passo que Tivit tirou sua operação da rua ao não encontrar demanda a seus papéis no preço pretendido. A Neoenergia tem como sócios a Iberdrola, o Banco do Brasil (BB) e a Previ, fundação dos funcionários do BB.
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