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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de outubro de 2017. Atualizado às 23h00.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria Automotiva

Notícia da edição impressa de 06/10/2017. Alterada em 05/10 às 22h53min

Produção de veículos recua 9,2% em setembro

Exportações somaram 60.049 automóveis, expansão de 52,2%

Exportações somaram 60.049 automóveis, expansão de 52,2%


IVAN BUENO/IVAN BUENO/APPA/DIVULGAÇÃO/JC
A produção de veículos no País em setembro teve uma queda de 9,2% em relação a agosto, atingindo 236.944 unidades. Mas, na comparação com o mesmo mês do ano passado, cresceu 39,1%. No acumulado do ano, foram montados 1.986.654 veículos, aumento de 27% na comparação com o mesmo período de 2016. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Com relação às vendas, setembro também apresentou queda. No mês passado, foram vendidas 199.211 unidades, queda de 8% em relação a agosto. No entanto as vendas de veículos subiram 24,5% em setembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, foram licenciadas 1.620.005 unidades, o que representa alta de 7,4% ante o mesmo período do ano passado.
As exportações somaram 60.049 veículos, alta de 52,2% em relação a setembro de 2016. Em relação a agosto, houve queda de 10,1% e, no acumulado do ano, um aumento de 55,7%.
Rogério Golfarb, vice-presidente da Anfavea, avalia que os expressivos aumentos nas exportações são favoráveis para o setor. "Foi influenciado por uma assimilação positiva do mercado da América do Sul, como Argentina, México, Uruguai e Colômbia", disse.
Foram mantidas 126.280 vagas de emprego no setor durante setembro, alta de 1,3% em relação a setembro do ano passado. Não houve variação em relação a agosto. Foi registrada queda do número de empregados em lay-off (suspensão temporária do contrato de trabalho), que passaram de 3.432 em agosto para 2.964 em setembro. A quantidade de funcionários em Programa Seguro Emprego (PSE) caiu de 2.888 em agosto para 2.867 no mês passado.
"Seja em lay-off ou em PSE, são esses mecanismos importantes em período de crise. À medida que vemos a retomada, esses funcionários passam a migrar e voltar, e contribuir para a produção", avalia Golfarb.
As projeções de resultados para o final do ano, revistas no mês passado, têm como expectativa aumento de vendas, de 7,3%; alta na produção, de 25,2%; e nas exportações, de 43,3%. O vice-presidente da Anfavea disse que há uma recuperação gradual, mas que, quando se observa o ambiente macroeconômico, ainda não é possível enxergar um crescimento robusto. "É prematuro usar os números de setembro e acreditar que vai ser sustentável até o fim do ano. Por isso estamos sendo cautelosos", disse.
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