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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de outubro de 2017. Atualizado às 17h10.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 05/10 às 17h12min

Petróleo fecha em alta, com aproximação de tempestade tropical dos EUA e Opep

Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta quinta-feira, com os investidores avaliando os possíveis riscos da tempestade tropical Nate à produção no Golfo do México e com a extensão do acordo de redução na oferta por parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) no radar, após conversas entre líderes da Arábia Saudita e da Rússia.
Na Intercontinental Exchange (ICE), o barril do petróleo tipo Brent para dezembro fechou em alta de 2,51%, a US$ 57,00. Já o barril do WTI para novembro subiu 1,62%, a US$ 50,79 na New York Mercantile Exchange (Nymex).
A possibilidade da tempestade tropical Nate, que deve se tornar furacão no fim de semana, atingir o Golfo do México fez com que o petróleo tivesse forte alta, já que a produção da commodity pode sofrer impactos da tormenta, assim como a atividade nas refinarias americanas, assim como o furacão Harvey, que paralisou a atividade de refino na região por pouco mais de duas semanas.
Os investidores também monitoraram um encontro entre o rei saudita, Salman bin Abdulaziz Al Saud, e o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou, onde os dois discutiram a participação da Rússia no acordo de cortes na produção de petróleo de um grupo formado pela Opep e por outros dez países produtores. De acordo com autoridades da Arábia Saudita, o objetivo seria fazer os preços do barril chegarem a US$ 60. "No reino, devemos estar abertos a todas as opções. O presidente Putin concordou conosco nisso", disse o ministro de Energia saudita, Khalid al-Falih, em entrevista à Al-Arabiya.
Apesar de não terem fechado nenhum acordo, o encontro entre os líderes foi monitorado pelo mercado. "O pacto está de volta à mídia", disse o analista do Energy Management Institute Dominick Chirichella. "O mercado ficou um pouco mais confiante de que a Rússia irá trabalhar com a Opep com maior probabilidade de estender o acordo", afirmou. 
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