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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de outubro de 2017. Atualizado às 00h01.

Jornal do Comércio

Economia

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Energia

Notícia da edição impressa de 05/10/2017. Alterada em 04/10 às 20h51min

Petrobras poderá reduzir compras no País para projeto de Libra

A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) aceitou parcialmente pedido da Petrobras e seus sócios no projeto de Libra, no pré-sal, para reduzir o compromisso de compras no País para a primeira grande plataforma da área. O processo de contratação da unidade foi iniciado em 2015, mas até hoje não foi concluído. A Petrobras alega que o projeto é inviável se o índice de nacionalização previsto em contrato, de 55%, tiver que ser respeitado.
Uma primeira licitação foi cancelada por preços superiores aos praticados no mercado internacional. A segunda tentativa, iniciada em 2016, já considerando a possibilidade de redução do índice, foi suspensa por liminar obtida pelo Sinaval (Sindicato das Empresas de Construção e Reparo Naval).
A Petrobras tem como sócios em Libra a Shell, a Total e as chinesas Cnooc e CNPC. O projeto demanda em torno de US$ 5,5 bilhões em investimentos, incluindo a plataforma, poços e equipamentos submarinos.
Em decisão divulgada ontem, a ANP defere parcialmente o pedido do consórcio, negando a redução dos índices para sete itens, como sistemas de ancoragem e filtros; reduzindo os percentuais para outros 14; e isentando de conteúdo local nove itens, como a construção do casco e turbina a gás.
Libra foi a primeira área do pré-sal licitada pelo regime de partilha da produção, no qual o governo participa do consórcio por meio da PPSA (Pré-Sal Petróleo S.A.).
 
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