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Economia

- Publicada em 04 de Outubro de 2017 às 17:49

Volume de famílias endividadas cresce em setembro e soma 58,4%

O percentual de famílias endividadas alcançou 58,4% em setembro, o que representa uma alta de 0,4 ponto percentual em relação a agosto, conforme a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada ontem pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em relação a setembro de 2016, quando o indicador alcançava 58,2% do total de famílias, houve alta de 0,2 ponto.
O percentual de famílias endividadas alcançou 58,4% em setembro, o que representa uma alta de 0,4 ponto percentual em relação a agosto, conforme a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada ontem pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em relação a setembro de 2016, quando o indicador alcançava 58,2% do total de famílias, houve alta de 0,2 ponto.
A proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso também cresceu, passando de 24,6% para 25% das famílias, o maior patamar desde maio de 2010. Na comparação com setembro de 2016, o percentual de famílias com contas em atraso subiu 0,4 ponto.
A proporção de famílias que declararam não ter condições de pagar as suas contas ou dívidas em atraso apresentou alta em ambas as bases de comparação. Em setembro de 2017, atingiu 10,3% das famílias, o maior patamar da série histórica, iniciada em janeiro de 2010, ante 10,1% em agosto de 2017 e 9,6% em setembro de 2016.
Para a CNC, o desemprego explica os indicadores. "Mesmo com o nível de endividamento ainda moderado, abaixo da média histórica, os indicadores de inadimplência da pesquisa permanecem elevados. A taxa de desemprego bastante alta ajuda a explicar a maior dificuldade das famílias em pagar suas contas em dia e o maior pessimismo em relação à capacidade de pagamento", diz a nota divulgada pela entidade.
 
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