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Porto Alegre, quarta-feira, 04 de outubro de 2017. Atualizado às 17h21.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

Alterada em 04/10 às 17h21min

Mesmo com dólar em queda, juros futuros fecham em alta, com longos na máxima

Os juros futuros encerraram em alta moderada nesta quarta-feira (4), com os vencimentos longos nas máximas, num dia de agenda e noticiário fracos, que não conseguiram definir um rumo claro para as taxas ao longo da sessão. O destaque entre os eventos desta quarta era o discurso da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Janet Yellen, às 16h15, portanto com a sessão regular já encerrada, mas ela não comentou sobre política monetária. A conferir se, na reabertura dos negócios, haverá alguma reação.
Pela manhã, as taxas chegaram a cair, em meio ao ambiente otimista com o resultado da captação soberana do Tesouro de US$ 3 bilhões e ao recuo do dólar ante o real, mas à tarde o fôlego se esgotou, ainda que a moeda tenha seguido em queda firme, abaixo de R$ 3,13.
Profissionais da área de renda fixa não identificaram nenhum fator específico para explicar o aumento da cautela à tarde, atribuindo a trajetória ainda a um ajuste após as quedas recentes e citaram ainda que a expectativa pela divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de setembro na sexta-feira confere um clima de compasso de espera. Além disso, como nos últimos dias, os juros têm sido reféns de operações técnicas relacionadas à migração de recursos da renda fixa para a Bolsa.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 fechou em 7,31%, de 7,29% no ajuste de terça-feira, e a do DI janeiro de 2020 terminou na máxima de 8,19%, de 8,16% no ajuste da véspera. A taxa do DI para janeiro de 2021 também encerrou na máxima, de 8,88%, de 8,85%, e a do DI janeiro de 2023 subiu de 9,56% para 9,58% (máxima).
"O dia foi de agenda vazia aqui, mas com dados lá fora mais fortes, principalmente o ISM. Há uma certa dificuldade de entender desempenho das taxas", disse a gestora da Mongeral Aegon Investimentos, Patricia Pereira.
Pouco antes do fechamento deste texto, o Tribunal de Contas da União informou ter determinado que o governo reavalie a arrecadação com o Refis para um valor provisório de R$ 1,8 bilhão, em função da "falta de parâmetros definitivos".
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