Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 04 de outubro de 2017. Atualizado às 13h56.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Agronegócio

04/10/2017 - 13h55min. Alterada em 04/10 às 13h56min

Reabertura de frigorífico evita maior queda de empregos no agronegócio gaúcho

Frigorífico de abates de bovinos gerou 751 empregos ao ser reativado em agosto em Alegrete

Frigorífico de abates de bovinos gerou 751 empregos ao ser reativado em agosto em Alegrete


SIND. DOS TRAB NA IND DE ALIMENTA/DIVULGAÇÃO/JC
Pelo quinto mês consecutivo, a Fundação de Economia e Estatística (FEE) aponta mais demissões do que admissões no setor do agronegócio do Rio Grande do Sul. Em agosto, o saldo negativo ficou em 2.521 postos de trabalho com carteira assinada. O saldo só não foi pior porque a reabertura do frigorífico da Marfrig, em Alegrete, amenizou a safra de desaquecimento do mercado. 
No ano - janeiro a agosto, o resultado ainda é positivo, com saldo de 3.223 empregos, 1.212 a mais que o desempenho do mesmo período de 2016, quando foram criados 2.011 empregos. Em agosto, dois dos três segmentos do agronegócio gaúcho registraram saldo negativo de vagas. A perda mais substancial, apontou a FEE, foi no segmento “depois da porteira”, com atividades agroindustriais e de comércio atacadista, que teve corte de 2.594 postos.
Segundo a fundação, o setor de fabricação de produtos de fumo liderou os desligamentos em agosto, indicando um comportamento que marca o período. O saldo negativo foi de 3.443 empregos. A desmobilização do setor, que se concentra em Santa Cruz do Sul e Venâncio Aires, começou em junho e se estende até o fim do ano, explica o coordenador do Núcleo de Estudos do Agronegócio da FEE, Rodrigo Feix.
Abate e fabricação de produtos de carne teve saldo positivo, com 751 postos. É efeito da reabertura do frigorífico que voltou a processar bovinos, observou Feix. “Dentro da porteira”, como costumam se referir os analistas e que reúne as atividades características da agropecuária, houve diminuição de 91 postos de trabalho em agosto. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia