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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de outubro de 2017. Atualizado às 22h55.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 06/10/2017. Alterada em 05/10 às 18h38min

Banrisul

Em relação à matéria Sartori vai vender 49% das ações do Banrisul (Jornal do Comércio, 05/10/2017), trata-se de uma privatização velada, ou seja, o governo vende metade do Banrisul, sem fazer plebiscito. (Aidyl Peruchi, Capão da Canoa/RS)
Banrisul II
Não é possível privatizar o nosso Banrisul. O lucro não vai para o Estado? É uma barbaridade, não há motivos para isso, pouco vai resolver. (Genesio Pedro Boldan)
Banrisul III
Até quando nossos governantes venderão ativos públicos para pagar salários e dívidas atrasadas? Esse cenário desolador somado às greves de professores e Correios já fazem parte do lado negativo da gestão pública, principalmente pela indicação de incompetentes para os cargos e da corrupção que vem corroendo os patrimônios, os serviços e a economia do País. (Ramiro Nunes de Almeida Filho, representante comercial)
Começo de Conversa
Com relação à Receita Federal (O drama do microscópio, coluna Começo de Conversa, Jornal do Comércio, 05/10/2017), nossa empresa já passou por isso. É impressionante a burocracia. E os funcionários da Receita atendem quando tiverem vontade. Enquanto isso, armas, drogas e outros produtos ilícitos continuam com trânsito livre. (Roberto Venhofen Rodrigues, Canoas/RS)
Trânsito
O caos no trânsito em Porto Alegre atingiu um grau que demanda medidas urgentes para diminuir o estresse e o tempo que se perde em seus inúmeros e constantes congestionamentos. Visto que a construção dos viadutos e túneis necessários é demorada e dispendiosa, o paliativo mais rápido e barato é reduzir o afluxo de carros ao Centro e a outros lugares muito procurados, através do aumento do uso do transporte coletivo. Para isso, a municipalidade deve colocar, nos para-brisas dos carros estacionados nesses pontos, milhares de folhetos mostrando os trajetos das linhas existentes e os pontos onde podem ser feitas as conexões, já que às vezes uma só não atinge o destino desejado. Convém afixá-los também nos abrigos de ônibus como antigamente, e dentro dos coletivos colocar adesivos mostrando as vias públicas por onde cada um passa, à semelhança do que se vê noutros países e nos "metrôs". Logo após, reduzir para 90 minutos o tempo máximo de permanência na área azul e intensificar a fiscalização sobre o descumprimento do mesmo. O sucesso está garantido face aos elevados preços exigidos pelos estacionamentos privados. (Adelino Soares, advogado)
 
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