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Porto Alegre, quarta-feira, 25 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

JC Logística

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transportes

Notícia da edição impressa de 26/10/2017. Alterada em 25/10 às 19h50min

Policiamento reduz os roubos de cargas no Rio

Controle mais ostensivo passou a contar com a colaboração de tropas do Exército e da Força Nacional, o que mudou o local de ação do crime

Controle mais ostensivo passou a contar com a colaboração de tropas do Exército e da Força Nacional, o que mudou o local de ação do crime


TOMAZ SILVA/TOMAZ SILVA/AGÊNCIA BRASIL/DIVULGAÇÃO/JC
O índice de roubos de cargas no estado do Rio de Janeiro apresentou uma redução de 24% em setembro deste ano, em uma comparação com o mesmo mês do ano passado - segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), o número de ocorrências caiu de 892 para 676.
O acumulado de janeiro a setembro, no entanto, continua 17% maior do que o do mesmo período do ano passado (foram 6.449 registros em 2016 e 7.606 em 2017). Os dados foram divulgados na semana passada pelo secretário de Segurança, Roberto Sá, durante uma entrevista coletiva no Centro Integrado de Comando e Controle, na Cidade Nova, após uma reunião com o grupo que combate essa modalidade de crime.
"Trata-se de uma redução expressiva, que mostra que estamos no caminho certo, e que é fruto da criação, em maio, de um programa de integração com a Polícia Rodoviária Federal e a Força Nacional de Segurança Pública nas áreas em que esse indicador era mais expressivo", disse Sá.
Há quatro meses, o número de registros de ocorrências vem caindo (em agosto deste ano, foram 843 registros, de acordo com o ISP) e, pela primeira vez, foi menor do que o mesmo mês do ano passado - afirmou Sá, reconhecendo, no entanto, que os números não deixaram de ser uma grande preocupação. "O acumulado de janeiro a setembro ainda é alto."
O secretário afirmou ainda que, nos últimos quatro meses, foram feitas "ações importantes com as Forças Armadas para prisões de ladrões de cargas", e acrescentou que houve uma mudança na mancha criminal, antes concentrada nas imediações dos morros do Chapadão e da Pedreira, na zona Norte, e hoje espalhada por outras favelas, como Maré e Vila Kennedy, segundo o Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas do Rio de Janeiro (Sindicarga).
"Houve uma mudança na dinâmica do crime, de local e horário, o que fez com que a gente deslocasse a ação das forças policiais, para acompanhar a alteração na mancha criminal, o que propiciou uma redução nesses indicadores", diz o Secretário de Segurança. "Quero atribuir esse resultado expressivo à coalização das forças que estão lutando contra o crime no estado."
 
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