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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 18h59.

Jornal do Comércio

Política

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investigação

05/09/2017 - 20h30min. Alterada em 05/09 às 20h39min

Janot apresenta denúncia contra 'quadrilhão' do PT e inclui Lula e Dilma

Former Brazilian president Luiz Inacio Lula da Silva (L) and Brazilian president Dilma Rousseff gesture during Lula's swear in ceremony as chief of staff, in Brasilia on March 17, 2016. Rousseff appointed Luiz Inacio Lula da Silva as her chief of staff hoping that his political prowess can save her administration. The president is battling an impeachment attempt, a deep recession, and the fallout of an explosive corruption scandal at state oil giant Petrobras.       AFP PHOTO/EVARISTO SA

Former Brazilian president Luiz Inacio Lula da Silva (L) and Brazilian president Dilma Rousseff gesture during Lula's swear in ceremony as chief of staff, in Brasilia on March 17, 2016. Rousseff appointed Luiz Inacio Lula da Silva as her chief of staff hoping that his political prowess can save her administration. The president is battling an impeachment attempt, a deep recession, and the fallout of an explosive corruption scandal at state oil giant Petrobras. AFP PHOTO/EVARISTO SA


EVARISTO SA/AFP/JC
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou nesta terça-feira (5), denúncia criminal contra políticos do PT por formação de uma organização criminosa para atuar no esquema de corrupção na Petrobras. Entre os denunciados ao Supremo Tribunal Federal (STF) estão os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e cinco ex-ministros.
Esta é a segunda denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra políticos no ramo de investigação conhecido como "quadrilhão" - que apurou a organização entre políticos e operadores para atuar na petrolífera. Na semana passada, Janot denunciou políticos do PP, que é hoje a quarta maior bancada da Câmara dos Deputados.
Entre os denunciados estão ainda Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil), Guido Mantega (Fazenda), Edinho Silva, Paulo Bernardo e Gleisi Hoffman. E ainda o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto
A investigação foi aberta na primeira leva de inquéritos pedidos por Janot ao STF na Lava Jato, em março de 2015. No meio do caminho, contudo, a própria PGR pediu para fatiar a investigação em 4 ramos: PP, PMDB do Senado, PMDB da Câmara e PT.
Informações prestadas pelos primeiros delatores - Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa - deram origem à investigação, que foi enriquecida com as novas colaborações premiadas firmadas de lá pra cá, como a da Odebrecht.
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