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Porto Alegre, quinta-feira, 28 de setembro de 2017. Atualizado às 00h20.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 28/09/2017. Alterada em 27/09 às 19h50min

Tijolo não paga conta

Mônica Leal
O ente público não pode andar na linha transversa da sociedade. O governo deve governar para as pessoas. Ora, se de um lado o município pretende aumentar os impostos revisando a planta do IPTU para fazer frente às suas despesas, de outro, a sociedade está vivendo um caos na economia. Um dia, acordei com a notícia do aumento do preço do gás. Há uma semana, foi o da gasolina. É só andar pelas ruas da Capital para constatar que pontos comerciais consagrados estão desocupados. Famílias estão endividadas, modificando suas vidas e refazendo toda sua organização financeira; milhares de porto-alegrenses estão desempregados. Se a roda da economia não gira, não cabe aumento de qualquer natureza, lembrando que temos cidadãos recebendo seus salários parcelados pelo próprio ente público.
É inadmissível elevar o IPTU diante desse cenário de grande recessão econômica em todo o País. Logo, por este viés, estaremos onerando ainda mais os contribuintes, que não aguentam mais tantos aumentos. Se a Planta Genérica de Valores (PGV) imobiliários de Porto Alegre precisa ser corrigida, não pode ser neste momento, nem desta forma. O fato de uma pessoa ter um imóvel que se valorizou com o tempo não quer dizer que ela teve aumento nos seus rendimentos. Este é o ponto. Tijolo não paga conta.
Vereadora (PP) de Porto Alegre
 
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