Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 20 de setembro de 2017. Atualizado às 11h52.

Jornal do Comércio

Opinião

COMENTAR | CORRIGIR

Artigo

Notícia da edição impressa de 21/09/2017. Alterada em 21/09 às 09h05min

Um problema que nunca cessa

Valdomiro Soares
Ano após ano, os prejuízos são milionários. Porém, por mais ações que se tentem implantar, a pirataria continua sendo um dos crimes mais praticados no Brasil. No primeiro semestre deste ano, o Ministério da Justiça e Segurança, em parceria com o Congresso Nacional e a sociedade civil, lançou a campanha "O Brasil que nós queremos", que busca soluções para os crimes de contrabando e pirataria no País. Além de um alerta sobre os prejuízos causados por este crime, o objetivo é, também, propor uma agenda positiva de combate à pirataria e que resulte em um país livre do comércio ilegal. Porém, todos sabemos que essa não é uma tarefa fácil. Apenas em 2016, segundo levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e Ilegalidade (FNCP), o contrabando gerou perdas de quase
R$ 130 bilhões para o País. É um número estarrecedor e bastante preocupante. Preocupante porque, além das perdas financeiras, muitas vezes a saúde de quem adquire produtos pirateados também é prejudicada, uma vez que comprar óculos de sol, tênis e remédios, entre outros tantos itens disponíveis, pode sim, causar sérios problemas. Por isso, o consumidor deve estar atento a detalhes que comprovam a originalidade da marca.
O grande apelo dos produtos falsificados é o preço baixo. Assim, se o produto estiver sendo oferecido por um valor muito abaixo do mercado, possivelmente, seja uma falsificação. Para combater a pirataria de frente é preciso, também, conscientizar os consumidores. Pois, muitas vezes, o barato pode sair caro. Caro para os cofres públicos que não arrecadam com os impostos que deixam de ser cobrados. Mas ainda mais caro para as pessoas em busca da recuperação de sua saúde perdida.
Presidente da Marpa
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia