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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 16h49.

Jornal do Comércio

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Educação

Notícia da edição impressa de 04/09/2017. Alterada em 03/09 às 21h36min

Número de novos alunos no Ensino Superior cresceu quase 50% nos últimos 10 anos

O Ministério da Educação (MEC) divulgou na semana passada o resultado do Censo da Educação Superior no Brasil 2016. Os dados mostram um retrato da educação superior brasileira no ano passado, e mostram os avanços na área na última década no País. Conforme a análise, de 2006 a 2016, houve um aumento de 62,8% nas matrículas e de 49,4% no total de alunos ingressantes na rede.
O estudo do MEC mostra que, enquanto em 2006 foram realizadas 4.944.877 matrículas, em 2016 o número saltou para 8.052.254. Já o número de estudantes que entraram no Ensino Superior passou de 1.998.163 para 2.986.636.
No ano passado, o Brasil tinha um total de 2.407 instituições de Ensino Superior. Destas, 197 eram universidades (108 públicas e 89 privadas), 166 centros universitários (10 públicos e 156 privados), 2.004 faculdades (138 públicas e 1.866 privadas) e 40 Institutos Federais.
Das 2.407 instituições, 2.111 são particulares (87,7%). A rede de ensino ofertou no ano passado 34.366 cursos de graduação. A rede pública possuía 169.544 professores atuando, sendo 101.569 doutores (59,9%). Na rede privada, dos 214.550 docentes, 48.268 (22,4%) eram doutores.
Na sexta-feira, foi a vez da divulgação dos dados relativos ao Exame Nacional de Desempenho (Enade) 2016, que mostra o perfil do estudante do ensino superior no Brasil. Ele tem renda familiar de, no máximo, R$ 2.640,00; é branco (51,7%); solteiro (74,4%); mora com pais ou parentes (54,6%); não trabalha (56,4%); não tem renda (54,5%) e se dedica no máximo a três horas de estudos semanais extraclasse.
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