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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 16h39.

Jornal do Comércio

Expointer 2017

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Agricultura familiar

Notícia da edição impressa de 04/09/2017. Alterada em 03/09 às 18h13min

Ano novo, casa nova? Expansão do Pavilhão da Agricultura Familiar deve sair em 2018

Expectativa é que a obra, que dobrará os atuais 3,5 mil m2, esteja pronta para a próxima Expointer

Expectativa é que a obra, que dobrará os atuais 3,5 mil m2, esteja pronta para a próxima Expointer


MARCELO G. RIBEIRO/MARCELO G. RIBEIRO/JC
Guilherme Daroit
Anunciada há mais de cinco anos, a expansão do Pavilhão da Agricultura Familiar, no Parque de Exposições de Assis Brasil, parece finalmente estar saindo do papel. A expectativa, tanto do governo quanto das entidades, é de que a obra, que dobrará os atuais 3,5 mil m2, esteja pronta para a próxima Expointer, em 2018, ano que marcará a 20ª participação das agroindústrias na feira de Esteio. A licitação para a construção é prometida pelo governo ainda para este mês.
"Já foram feitos todos os ajustes, está tudo certo, o próximo passo é licitar", conta o secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Irrigação, Ernani Polo. Diretor do parque, Sandro Schlindwein acrescenta que o processo passou por ajustes junto à Caixa Econômica Federal ao longo de seis meses, e há poucos dias chegou à Contadoria e Auditoria Geral do Estado (Cage), última etapa para o certame.
Há anos, o Estado recebeu R$ 1,462 milhão da União para o projeto, complementados com uma contrapartida de R$ 1,420 milhão do Piratini. Os valores estão garantidos, mas só até o fim do ano, data limite para a licitação.
O atraso se deu porque, no primeiro processo licitatório, a vencedora até chegou a iniciar as obras, mas logo rompeu o contrato. Nem a segunda e nem a terceira colocadas aceitaram assumir a construção, o que exige o novo pregão. Além disso, com a demora, a verba se tornou insuficiente para o projeto inicial. Para caber no orçamento, a planta teve de ser atualizada, excluindo banheiros e cozinhas. De documentação, só faltaria a garantia de habite-se ao novo projeto.
"Imaginamos 60 dias para a licitação, e mais de 60 a 90 dias para a construção, pois é uma obra curta, só de fundações, piso e cobertura, como os demais", projeta Schlindwein. A demora foi tanta que teve até um lado bom: como os recursos ficaram depositados na Caixa, os rendimentos já estariam na casa dos R$ 800 mil, valor que não pode ser utilizado no projeto inicial, mas, na sequência, deve ser utilizado em uma 2ª fase, retomando os planos dos sanitários e cozinhas abandonados no meio do caminho.
Carlos Joel da Silva, presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag) - uma das entidades promotoras do espaço junto à Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Emater, Fetraf e Via Campesina - aguarda a obra para ampliar a participação. "Neste ano, tivemos 201 agroindústrias aqui e, se tivéssemos mais espaços, preencheríamos facilmente", comenta Silva. Não necessariamente, porém, haverá o dobro de agricultores. O objetivo é aumentar os estandes e também das áreas de circulação, aumentando o conforto a expositores e visitantes.
Com a nova estrutura, Silva ainda espera que se acelerem os planos de manter uma estrutura permanente nos pavilhões, que permitam a realização de feiras durante todo o ano. Os alimentos orgânicos também poderão ganhar um espaço próprio dentro da estrutura.
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