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Porto Alegre, sexta-feira, 29 de setembro de 2017. Atualizado às 11h21.

Jornal do Comércio

Economia

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29/09/2017 - 09h52min. Alterada em 29/09 às 11h22min

Taxa de desemprego fica em 12,6% no trimestre até agosto, diz Pnad Contínua

 Havia aproximadamente 13,1 milhões de pessoas desocupadas no Brasil no período

Havia aproximadamente 13,1 milhões de pessoas desocupadas no Brasil no período


Marcelo G. Ribeiro/JC
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,6% no trimestre encerrado em agosto deste ano, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Havia aproximadamente 13,1 milhões de pessoas desocupadas no Brasil no período.
No trimestre encerrado em julho, a taxa de desemprego estava em 12,8%. No trimestre terminado em agosto de 2016, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua havia sido de 11,8%.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.105 no trimestre encerrado em agosto. O resultado representa alta de 1,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 186,7 bilhões no trimestre até agosto, alta de 2,7% ante igual período do ano anterior, segundo o IBGE.

População desempregada soma 13,113 milhões de pessoas

Apesar da melhora recente, o País ainda contava com 13,113 milhões de pessoas em busca de emprego no trimestre encerrado em agosto, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado significa que há mais 1,090 milhão de desempregados em relação a um ano antes, o equivalente a um aumento de 9,1%. Por outro lado, o total de ocupados aumentou 1,0% no período de um ano, o equivalente à criação de 924 mil postos de trabalho.
Como consequência, a taxa de desemprego passou de 11,8% no trimestre encerrado em agosto de 2016 para 12,6% no trimestre até agosto de 2017.
Em agosto, o País tinha 99 mil brasileiros a mais na inatividade, em relação ao patamar de um ano antes. O aumento na população que está fora da força de trabalho foi de 0,2% no trimestre encerrado em agosto ante o mesmo período de 2016.
O nível da ocupação, que mede o porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 54,0% no trimestre até agosto.
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