Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 28 de setembro de 2017. Atualizado às 23h40.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Indústria

Notícia da edição impressa de 29/09/2017. Alterada em 28/09 às 21h08min

Atividade industrial gaúcha teve crescimento em agosto

A Sondagem Industrial de agosto, divulgada nesta quinta-feira pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), mostra que o índice de produção do setor evoluiu de 51,6 para 55,7 pontos em agosto, em relação a julho, a maior elevação no mês desde o ano de 2010, início da série histórica.
O índice de emprego, ao subir 1,8 e alcançar 50,4 pontos, ficou acima da linha divisória de 50 pela primeira vez desde abril de 2014, indicando expansão em relação ao mês anterior. A confirmar que a atividade industrial gaúcha ganhou força em agosto, embora a ociosidade permaneça elevada, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) cresceu de 66% para 68%, ainda abaixo da média do mês, de 71,2%. O indicador relativo à UCI usual ficou em 42,9 pontos. O valor inferior a 50 mostra que as empresas consideraram a UCI abaixo do nível usual do mês.
Os estoques de produtos finais seguiram um pouco acima do esperado pelas empresas, mas caíram na comparação com julho. O indicador de evolução foi de 49,3 pontos em agosto, e o de estoques em relação ao planejado atingiu 51,1. Nesse caso, a proximidade com a marca de 50 pontos revela que o excesso é pequeno.
O bom desempenho da atividade do setor industrial manteve as perspectivas dos empresários gaúchos nos níveis de julho, apesar de os indicadores de demanda, juntamente com os de compras de matérias-primas, terem recuado em setembro, respectivamente para 57 e 53,8 pontos. Os 50 pontos separam as expectativas de crescimento e queda para os próximos seis meses. Já para exportações, as projeções se tornaram mais otimistas, com índice de 56 pontos. Por outro lado, com relação ao emprego, o índice de 49,1 pontos manteve a perspectiva de queda para o período.
A visão um pouco mais otimista para um futuro próximo traz como consequência, em setembro, o aumento na intenção dos empresários industriais gaúchos em investir, embora o indicador de 47,1 pontos se mantenha em patamar baixo - varia de 0 a 100 -, ainda assim superior ao de agosto (46,5).
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia