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Porto Alegre, segunda-feira, 25 de setembro de 2017. Atualizado às 22h40.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

Notícia da edição impressa de 26/09/2017. Alterada em 25/09 às 20h15min

Industrial gaúcho está mais confiante no cenário

O abrandamento do ambiente político e o cenário econômico marcado por recuperação da atividade, com inflação e juros declinantes e expansões no emprego e nas exportações, contribuíram para que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei-RS) crescesse em setembro, na comparação com agosto. Ao acumular uma alta de 2,5 pontos no mês e atingir 56,7, a pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) manteve a trajetória ascendente pelo terceiro mês consecutivo, período em que subiu quatro pontos.
Segundo o presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry, a despeito das maiores dificuldades do governo no campo fiscal e na aprovação das reformas estruturais, a evolução da confiança é um indicativo importante do início de uma fase cíclica de recuperação lenta e gradual da indústria gaúcha.
Ao alcançar 51,5 pontos, o Índice de Condições Atuais (ICA) cresceu 2,6 em relação a agosto, mostrando que os empresários voltaram a perceber melhora nas condições dos seus negócios depois de cinco meses. Sempre que o resultado da pesquisa fica acima dos 50 pontos, representa confiança.
De acordo com o levantamento de setembro, as condições da economia nacional (50 pontos) pararam de piorar, ainda que não tenham melhorado como ocorreu com as das empresas, cujo índice passou de 50,5 para 52,4 pontos. "A recuperação da indústria gaúcha deverá ocorrer principalmente sobre a elevada ociosidade do setor", observa Gilberto Petry. Embora empresários confiantes sejam mais propensos a investir e contratar, para o presidente da Fiergs a incerteza também continua grande, o que poderá limitá-los.
Com o cenário mais favorável em setembro, as perspectivas dos empresários gaúchos para os próximos seis meses também melhoraram. O Índice de Expectativas aumentou de 56,8 para 59,3 pontos entre agosto e setembro, o maior valor em cinco meses. O índice de expectativa sobre a economia brasileira foi de 54,8 pontos, alta de 2,8 ante agosto, e o de perspectivas sobre a própria empresa passou de 59,4 para 61,6 pontos no mesmo período.
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