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Porto Alegre, sexta-feira, 22 de setembro de 2017. Atualizado às 15h09.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 22/09 às 15h13min

Bolsas da Europa fecham na maioria em alta

As bolsas europeias fecharam na maioria em alta nesta sexta-feira (22), apoiadas por um dado positivo da economia da zona do euro. Além disso, o mercado londrino reagiu positivamente a um discurso da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, sobre a saída do país da União Europeia, o chamado Brexit.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou com ganhos de 0,05%, em 383,07 pontos. Na comparação semanal, o índice 600 avançou 0,62%.
O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro subiu de 55,7 em agosto para 56,7 na preliminar de setembro, no maior nível em quatro meses, segundo a IHS Markit. O PMI industrial passou de 57,4 em agosto para 58,2 em setembro, na máxima em 79 meses e acima da previsão de 57,1 dos analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, e o PMI de serviços avançou de 54,7 em agosto para 55,6 em setembro, no maior nível em quatro meses, ante expectativa de 54,8.
Na arena política, a premiê britânica defendeu uma "solução criativa" para a relação futura entre Reino Unido e UE. Segundo ela, o Reino Unido está deixando o bloco, mas não a Europa. May ainda disse que a intenção é que os cidadãos da UE sigam no país. O discurso em Florença, na Itália, foi visto como relativamente modesto em detalhes sobre os acordos futuros, mas o tom moderado e otimista dela apoiou a praça londrina, beneficiada pelo enfraquecimento da libra durante o pronunciamento.
O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, por sua vez, afirmou que a política monetária tem auxiliado a sustentar a demanda e a recuperação do emprego na zona do euro. Em seu discurso em Dublin, Draghi se concentrou mais na questão do desemprego entre os mais jovens.
Na bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em alta de 0,64%, em 7.310,64 pontos, e na comparação semanal subiu 1,32%. Entre os papéis em foco hoje, Barclays subiu 0,60%, Lloyds recuou 0,80% e Vodafone teve ganho de 0,07%. A petroleira BP avançou 0,67%, enquanto a mineradora Antofagasta teve ganho de 1,90%.
Em Frankfurt, o índice DAX foi na contramão dos demais e caiu 0,06%, para 12.592,35 pontos, porém na semana avançou 0,59%. O mercado alemão foi mais contaminado pela cautela geopolítica, em meio à troca de ameaças entre Coreia do Norte e Estados Unidos. Infineon subiu 1,3% e Lufhtansa teve alta de 1%, entre as ações em foco, mas Deutsche Bank recuou 0,25% e Daimler caiu 0,40%.
Na bolsa de Paris, o índice CAC-40 teve ganho de 0,27%, a 5.281,29 pontos, e na semana encerrou com ganho de 1,29%. A petroleira Total subiu 0,11% e AXA avançou 0,36%, entre os papéis mais negociados, enquanto Air France avançou 0,42% e Vallourec recuou 0,49%.
O índice FTSE-MIB, da bolsa de Milão, fechou em alta de 0,17%, em 22.530,83 pontos, e na semana avançou 1,36%. Telecom Italia caiu 0,13%, mas Fiat se destacou e subiu 3,94%. A petroleira ENI teve alta de 0,29%.
Na bolsa de Madri, o índice IBEX-35 avançou 0,08%, a 10.305,00 pontos, porém na comparação semanal caiu 0,12%. Santander subiu 0,81%, Banco de Sabadell recuou 0,40% e BBVA teve alta de 0,04%, no setor bancário espanhol, enquanto Iberdrola cedeu 0,67%.
Em Lisboa, o índice PSI-20 subiu 0,08%, a 5.310,06 pontos, avançando ainda 2,08% na comparação semanal. Galp Energia subiu 2,51% e Ibersol teve ganho de 1,45%, enquanto Altri e Jerónimo Martins recuaram 0,12% e 0,18%, respectivamente.
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