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Porto Alegre, quarta-feira, 20 de setembro de 2017. Atualizado às 11h52.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 21/09 às 14h29min

Bolsas da Europa fecham na maioria em alta de olho em BCs

As bolsas europeias fecharam em geral em alta nesta quinta-feira,  com a atenção voltada para a política monetária das principais economias do mundo. No dia anterior, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) sinalizou alta de juros em dezembro, mas manteve a postura gradual no aperto monetário, enquanto o Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) reafirmou nesta madrugada seu compromisso de levar a inflação à meta de 2%.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,28%, em 383,06 pontos.
Na agenda de indicadores, uma leitura otimista da confiança dos consumidores na zona do euro ajudou o humor. O índice de confiança do consumidor na região subiu de -1,5 em agosto para -1,2 em setembro, segundo a leitura preliminar da Comissão Europeia, no patamar mais forte desde abril de 2001. Analistas previam estabilidade.
Além disso, o Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou em relatório que a economia francesa se recupera e que o Produto Interno Bruto (PIB) do país pode ser impulsionado pelas reformas defendidas pelo presidente Emmanuel Macron.
Na bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em baixa de 0,11%, em 7.263,90 pontos. A valorização da libra durante o pregão pressionou a praça local, já que isso é negativo para as exportadoras do Reino Unido. As varejistas registraram as maiores quedas, entre eles Kingfisher (-4,09%) e J. Sainsbury (-4,05%). Os bancos, por outro lado, subiram com a perspectiva de juros mais altos em breve: Lloyds e Barclays ganharam 2,65% e 2,4%, respectivamente.
Em Frankfurt, o índice DAX avançou 0,25%, a 12.600,03 pontos. No setor bancário, Commerzbank e Deutsche Bank avançaram 3,46% e 2,69%, respectivamente, mas no setor de energia E.ON caiu 2,78%. O governo alemão disse que não está sob pressão para vender sua participação no Commerzbank. Lufthansa fechou estável após anunciar que espera ampliar sua frota, depois da insolvência da Air Berlin.
Na bolsa de Paris, o CAC-40 subiu 0,49%, a 5.267,29 pontos. Société Générale teve ganho de 2,16% e Crédit Agricole, de 1,68%. Entre os papéis mais negociados, Natixis subiu 3,03%, porém Orange teve baixa de 2,24%.
O índice FTSE-MIB, da bolsa de Milão, fechou com ganhos de 0,61%, em 22.491,73 pontos. A petroleira ENI subiu 0,73. Além disso, os bancos italianos também se saíram bem: Intesa Sanpaolo, Banco BPM e UniCredit avançaram 1,30%, 1,77% e 2,00%, respectivamente.
Na bolsa de Madri, o índice IBEX-35 subiu 0,05%, a 10.297,00 pontos. BBVA fechou em alta de 1,71% e Santander, de 1,19%. Já Iberdrola recuou 0,61% e ArcelorMittal cedeu 2,86%.
Em Lisboa, o PSI-20 fechou em alta de 0,19%, em 5.305,98 pontos. Banco Comercial Português avançou 1,32% e Ibersol fechou com ganho de 2,15%, enquanto Galp Energia subiu 0,59%.
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