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Porto Alegre, quarta-feira, 20 de setembro de 2017. Atualizado às 11h52.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 21/09 às 08h38min

Petróleo opera em baixa com aparente movimento de realização de lucros

Os futuros de petróleo operam em baixa nesta manhã (21), depois de avançarem na sessão anterior para os maiores níveis em meses.
Ontem (20), a commodity subiu entre 1,6% e 2,1%, após pesquisa do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) norte-americano mostrar forte queda nos estoques de destilados dos EUA da semana passada e redução também nos volumes estocados de gasolina.
Os estoques de derivados de petróleo dos EUA, incluindo de destilados e gasolina, vêm recuando desde que o furacão Harvey prejudicou as operações de várias refinarias no país no fim de agosto.
Após os ganhos da última sessão, os contratos de petróleo são aparentemente pressionados por um movimento de realização de lucros nos negócios da manhã.
Às 8h25min (de Brasília), o barril do petróleo tipo Brent para novembro caía 0,75% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 55,87, enquanto o do WTI para o mesmo mês recuava 0,99% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 50,19.
O levantamento do DoE também mostrou, porém, que os estoques de petróleo bruto dos EUA cresceram na semana passada, uma vez que a taxa de utilização da capacidade de refinarias ainda não voltou a níveis que prevaleciam antes da tempestade.
Amanhã (22), investidores irão acompanhar uma reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e de grandes produtores que não pertencem ao grupo, em Viena, para monitorar o cumprimento do atual pacto de redução na oferta da commodity.
Desde janeiro, Opep e seus parceiros vêm tentando diminuir a produção combinada de petróleo em torno de 1,8 milhão de barris por dia. O acordo vai até março de 2018, mas há rumores de que poderá ser estendido.
Mais adiante, na segunda-feira (25), entrará no radar dos mercados uma consulta popular sobre a possível independência do Curdistão, região do Iraque que é grande exportadora de petróleo.
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