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Porto Alegre, sexta-feira, 15 de setembro de 2017. Atualizado às 14h03.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 15/09 às 14h06min

Bolsas da Europa caem, após explosão em Londres e míssil da Coreia do Norte

As bolsas europeias fecharam em baixa nesta sexta-feira. Investidores monitoraram o atentado terrorista em Londres e também as notícias da arena geopolítica, após mais um teste de míssil da Coreia do Norte. Além disso, um discurso de um dirigente do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) impulsionou a libra e colocou mais pressão sobre a praça londrina.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 0,36%, em 380,41 pontos. Na semana, o Stoxx 600 teve alta de 1,30%.
Uma bomba improvisada explodiu bb um vagão do metrô da capital britânica na hora do rush da manhã desta sexta-feira. Segundo autoridades, 22 pessoas ficaram feridas, a maioria com queimaduras, mas nenhuma está em estado grave. Além disso, a Coreia do Norte lançou mais um míssil, que sobrevoou o Japão antes de cair no mar, dias após o regime de Pyongyang ser alvo de mais sanções no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas por desobedecer resoluções anteriores para conter seus programas nuclear e de mísseis. As notícias impuseram certa cautela, especialmente em Londres, mas não houve um mau humor generalizado entre os investidores.
Na praça londrina, influiu ainda uma fala de Gertjan Vlieghe, dirigente do BoE até então considerado o mais favorável à manutenção dos estímulos monetários. Ele afirmou que a instituição pode elevar os juros "nos próximos meses". A declaração impulsionou a libra, o que pressiona ações de exportadoras britânicas.
Na bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em queda de 1,10%, em 7.215,47 pontos. Na semana, o FTSE-100 teve baixa de 2,20%. O setor financeiro se saiu mal: Lloyds, HSBC e Barclays caíram 1,63%, 1,78% e 1,66%, respectivamente. No setor de energia, a petroleira BP recuou 0,76%. Já Frontera Resources se destacou e subiu 40,91%.
Em Frankfurt, o índice DAX recuou 0,17%, a 12.518,81 pontos, mas na comparação semanal subiu 1,75%. E.ON teve queda de 0,50%, no setor de energia, e entre os bancos Deutsche Bank e Commerzbank 1,67% e 0,83%. Por outro lado, BMW subiu 0,55% e Basf ganhou 0,12%.
O índice CAC-40, da bolsa de Paris, teve baixa de 0,22%, a 5.213,91 pontos, e avançou 1,96% na semana. A ação da Nokia subiu 2,33%, entre as mais negociadas, mas Total caiu 0,08% e BNP Paribas teve queda de 0,83%. Société Générale recuou 0,98%, mas Airbus subiu 1,29%.
Na bolsa de Milão, o índice FTSE-MIB caiu 0,23%, a 22.229,49 pontos, mas em alta de 2,08% na comparação semanal. Entre os papéis mais negociados na praça italiana, Intesa Sanpaolo caiu 0,41%, Telecom Italia subiu 0,65% e Tiscali teve ganho de 2,84%, enquanto Enel recuou 0,68% e Banco BPM cedeu 0,30%.
Em Madri, o índice IBEX-35 teve queda de 0,42%, a 10.317,40 pontos, e na semana subiu 1,85%. Entre os bancos da Espanha, Santander caiu 1,25% e BBVA recuou 0,83%, mas Banco de Sabadell avançou 0,23%. Repsol registrou queda de 0,99%.
Na bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 foi na contramão dos demais e teve alta modesta, de 0,01%, a 5.201,88 pontos. Na semana, o PSI-20 avançou 1,96%. Banco Comercial Português recuou 0,56% e EDP Energias de Portugal avançou 1,29%, enquanto Ibersol subiu 0,42%. Galp caiu 0,90%.
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