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Porto Alegre, quinta-feira, 14 de setembro de 2017. Atualizado às 12h18.

Jornal do Comércio

Economia

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trabalho

Alterada em 14/09 às 12h20min

Mercado de trabalho formal tem estagnação no Rio Grande do Sul

Os primeiros sete meses do ano tiveram o saldo de apenas 262 novos empregos

Os primeiros sete meses do ano tiveram o saldo de apenas 262 novos empregos


MARCELO G. RIBEIRO/JC
O mercado de trabalho formal do Rio Grande do Sul registrou saldo de apenas 262 novos empregos nos primeiros sete meses de 2017. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e constam na Carta de Conjuntura da Fundação de Economia e Estatística (FEE), lançada nesta quinta-feira (14).
Conforme análise do sociólogo da FEE Guilherme Xavier Sobrinho, a estagnação representa a incapacidade de reação do Estado diante da crise econômica. Em 2015, 103,3 mil postos de trabalho com registro formal foram eliminados. A redução de 3,3% interrompeu uma trajetória de mais de dez anos de crescimento, já que entre 2004 e 2014 o estoque de empregos formais do mercado gaúcho expandiu 916 mil postos de trabalho, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
Os dados mostram que houve expansão no número de vínculos de trabalho com remunerações nas faixas de 1,01 a 1,5 salários mínimos e de 0,5 salários mínimos. Em todas as demais faixas de salário, o contingente de pessoal formalmente empregado retraiu. De acordo a FEE, a retração maior nas faixas salarias mais elevadas, no entanto, independe do nível de instrução dos trabalhadores.
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