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Porto Alegre, quinta-feira, 14 de setembro de 2017. Atualizado às 08h03.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 14/09 às 08h06min

Após dados chineses, bolsas da Ásia e Pacífico fecham majoritariamente em baixa

As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira, após uma série de indicadores chineses mais fracos do que o esperado, que voltaram a gerar dúvidas sobre o ritmo de crescimento da segunda maior economia do mundo. O mercado japonês, especificamente, também foi pressionado por uma nova ameaça do regime norte-coreano.
Os últimos números de indústria e varejo da China decepcionaram. Na comparação anual de agosto, a produção industrial chinesa avançou 6%, ante expectativa de alta de 6,6%, enquanto as vendas no varejo subiram 10,1%, ante previsão de acréscimo de 10,5%.
Já os investimentos chineses em ativos fixos urbanos - que servem de termômetro para a atividade na construção - aumentaram 7,8% entre janeiro e agosto ante o mesmo período do ano passado, também vindo abaixo da projeção de analistas, de ganho de 8,2%.
Na esteira dos dados chineses, o índice Xangai Composto recuou 0,38% hoje, a 3.371,43 pontos, enquanto o Shenzhen Composto teve queda marginal de 0,07%, a 1.993,53 pontos. Fora da China continental, o Hang Seng caiu 0,42% em Hong Kong, a 27.777,20 pontos.
Em Tóquio, o índice Nikkei teve baixa de 0,29%, a 19.807,44 pontos, interrompendo uma sequência de três pregões positivos, também influenciado por novas preocupações com Pyongyang.
Em comunicado divulgado hoje, a Coreia do Norte ameaçou "afundar" o Japão com o uso de armas nucleares, por seu apoio à decisão do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) de adotar novas sanções contra Pyongyang. As sanções, aprovadas na segunda-feira, vieram após o regime norte-coreano realizar seu sexto e maior teste nuclear, no último dia 3. Pelo mesmo motivo, a Coreia do Norte também ameaçou reduzir os EUA a "cinzas e escuridão".
Em algumas partes da região asiática, contudo, o dia foi de ganhos. O sul-coreano Kospi ficou indiferente às últimas ameaças dos vizinhos do norte e subiu 0,74% em Seul, a 2.377,66 pontos, ajudado por um rali de ações de peso, como as da Samsung Electronics (+1,37%) e da Hyundai (+2,24%), enquanto o Taiex avançou 0,20% em Taiwan, a 10.553,57 pontos, e o filipino PSEi exibiu alta mais robusta em Manila, de 1,13%, a 8.144,91 pontos.
Na Oceania, a bolsa da Austrália, que tem a China como seu principal parceiro comercial, ficou no vermelho pela segunda sessão consecutiva, pressionada por ações de grandes mineradoras. O S&P/ASX 200 caiu 0,10% em Sydney, a 5.738,70 pontos.
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