Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 12 de setembro de 2017. Atualizado às 18h53.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 12/09 às 18h55min

Bolsas de Nova Iorque renovam recordes de fechamento com bancos e Apple

Os mercados acionários americanos renovaram máximas históricas de fechamento nesta terça-feira (12), ajudados pelo setor financeiro. O evento da Apple também exerceu influência nas bolsas de Nova Iorque, apesar de a companhia ter terminado o pregão em queda.
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,28%, aos 22.118,86 pontos; o S&P 500 avançou 0,34%, aos 2.496,48 pontos; e o Nasdaq ganhou 0,34%, aos 6.454,28 pontos.
O evento da Apple em Cupertino, na Califórnia, para apresentar novos produtos teve reação mista entre os investidores. A terceira geração de relógios inteligentes da companhia e a nova Apple TV 4K garantiram um gás aos papéis da Apple em um primeiro momento. No entanto, o movimento não teve continuidade devido a uma falha no sistema de reconhecimento facial do iPhone X, o principal destaque da companhia para comemorar os dez anos da linha de smartphones. Com isso, os papéis da Apple fecharam em baixa de 0,42%, a US$ 160,82.
Apesar da queda nas ações da gigante de tecnologia, os recordes em Nova Iorque encontraram apoio em informações dadas pela própria Apple, que anunciou parcerias com a Netflix (+1,88%) e com a ESPN, que pertence à Walt Disney (+0,82%).
Os danos menores do que o previsto pela passagem da tempestade tropical Irma nos Estados Unidos e a falta de novidades bélicas envolvendo a Coreia do Norte estiveram no pano de fundo para o otimismo dos investidores, que foram às compras. Papéis de instituições financeiras registraram fortes ganhos nesse cenário: o Goldman Sachs subiu 2,21%, o Bank of America avançou 2,53% e o Wells Fargo ganhou 1,80%.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia