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Porto Alegre, sábado, 09 de setembro de 2017. Atualizado às 20h14.

Jornal do Comércio

Economia

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empresas

09/09/2017 - 19h39min. Alterada em 09/09 às 20h14min

Governo prepara nova lei de recuperação judicial para empresas

Meirelles não deu data para a apresentação do projeto

Meirelles não deu data para a apresentação do projeto


Wilson Dias/Agência Brasil/JC
Folhapress
O ministro Henrique Meirelles afirmou ter apresentado ao presidente Michel Temer e a ministros a nova lei de recuperação judicial de empresas e de falências, após almoço no Palácio do Jaburu neste sábado (9).
"É o projeto da nova lei de recuperação judicial e de falências, e é muito importante por que ele dá celeridade e permite que várias empresas que estão em dificuldade possam sair do processo de recuperação, tomar crédito e voltar a crescer", afirmou.
O ministro, porém, não deu data para a apresentação do projeto que permite que empresas falidas tomem empréstimo com credores -quem liberar crédito ganha prioridade na fila de pagamentos.
Meirelles também reafirmou que o governo espera que a reforma da Previdência seja votada em outubro no plenário da Câmara.
A perspectiva é bastante otimista, já que uma nova denúncia contra o presidente deve chegar à Casa na próxima semana para ser analisada, e ainda não foram concluídas as votações da reforma política.
Participaram da reunião os ministros Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Moreira Franco (Secretaria-Geral). Antes, um almoço havia reunido também os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), além dos ministros Helder Barbalho (Integração Nacional), Torquato Jardim (Justiça), e o deputado Heráclito Fortes (PSB-PI).
Meirelles negou que os aliados do presidente tenham tratado do pedido de prisão dos delatores da JBS Joesley Batista e Ricardo Saud, cujas delações embasam a primeira denúncia contra o presidente.
Também afirmou que não foi discutida a prisão de Geddel Vieira Lima, ex-ministro de Temer, ou a denúncia contra a cúpula no Senado do partido do presidente.
No entanto, ao final da reunião, o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) chegou ao Palácio para tratar com o presidente e os ministros. Ele é presidente da CPMI da JBS, cujo relator deve ser anunciado na segunda-feira (11) -o nome mais cotado é o do deputado Carlos Marun (PMDB-MS), um dos mais aguerrido defensores de Temer na Câmara.
Presentes, no entanto, novamente negaram que o assunto tenha sido discutido. Disseram que Temer deve ir ao Tocantins na próxima quinta-feira (14) e que este seria o motivo da ida do senador ao Jaburu.
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