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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 19h34.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

07/09/2017 - 18h41min. Alterada em 07/09 às 18h42min

Cotação do dólar tem menor nível em dois anos em Nova Iorque, diante de cautela com EUA

O dólar atingiu o menor nível em dois anos e meio nesta quinta-feira (7), pressionado pela alta do euro e por um aumento das preocupações políticas em Washington.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar caía a 108,47 ienes e o euro avançava a US$ 1,2020, enquanto a libra subia para US$ 1,3098. Já o índice do dólar DXY, que mede a moeda americana na comparação com uma cesta de seis outras divisas fortes, chegou a cair a 91,40, no menor nível desde janeiro de 2015.
Uma previsão de crescimento mais otimista do Banco Central Europeu (BCE) para a zona do euro fez com que a moeda única ganhasse força, aumentando o rali visto neste ano . "No momento, o mercado tem um apetite insaciável pelo euro", disse o estrategista da Western Union Joe Manimbo. Nem mesmo a queda nas perspectivas de inflação na região por parte do BCE fizeram com que o euro passasse a cair.
Já contra o dólar pesou a informação de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a um acordo com o líder democrata no Senado, Chuck Schumer, para alterar a forma como o Congresso eleva o teto da dívida do país, de acordo com reportagem do Washington Post.
Além disso, o dólar foi atingido por dados negativos da economia americana. Os pedidos de auxílio-desemprego subiram 62 mil nos Estados Unidos na última semana, sendo a maior alta semanal desde novembro de 2012, alcançando o maior nível desde abril de 2015. O número total de pedidos passou de 236 mil para 298 mil. A forte alta foi atribuída pelo Departamento do Trabalho à passagem do furacão Harvey, que interrompeu a atividade econômica ao longo da costa do Golfo.
Dados abaixo do esperado alimentam expectativas de que as taxas de juros demorem mais para subir - o que tende a pesar contra o dólar, já que os baixos custos de empréstimos tornam a moeda menos atrativa para investidores. Preocupações com a aproximação do furacão Irma, que está em curso de colisão com a Flórida e outros Estados do sul dos EUA também estiveram no radar do mercado.
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