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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 18h14.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

05/09/2017 - 15h57min. Alterada em 05/09 às 15h57min

Ouro fecha em alta em meio à busca por segurança provocada pela Coreia do Norte

O ouro fechou em alta nesta terça-feira, apoiado pela busca por segurança depois das últimas respostas dos Estados Unidos à ameaça nuclear da Coreia do Norte. O contrato com entrega para dezembro negociado na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex) subiu 0,83%, para US$ 1.344,50 por onça-troy.
Os preços do metal precioso chegaram ao nível mais alto em quase um ano, com a piora das relações entre os EUA e a Coreia do Norte e o ceticismo de muitos investidores com a possibilidade do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) elevar os juros mais uma vez neste ano.
Nesta terça, o presidente dos EUA, Donald Trump, comunicou que permitirá que o Japão e Coreia do Sul comprem "uma quantidade substancialmente alta" de equipamentos militares americanos. O anúncio foi uma resposta ao aviso do Sul de que o Norte parece estar se preparando para testar outro míssil intercontinental.
Também nesta terça, a diretora do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) Lael Brainard disse em discurso que a autoridade monetária deve ser cautelosa sobre apertos monetários até que a inflação atinja a meta de 2%.
Os comentários sustentaram o ouro ao acrescentar dúvidas sobre o próximo aperto monetário do Fed. O metal costuma lutar para competir com ativos que rendem juros, como Treasuries, quando os custos de empréstimo sobem.
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