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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 17h20.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

04/09/2017 - 09h31min. Alterada em 04/09 às 09h31min

Mercado eleva estimativa de alta do PIB em 2017

Os economistas do mercado financeiro elevaram as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2017. A expectativa de alta para o PIB deste ano foi de 0,39% para 0,50% no Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira (4). Há um mês, a perspectiva estava em 0,34%. Para 2018, o mercado manteve a previsão de alta do PIB de 2%. Quatro semanas atrás, a expectativa estava no mesmo nível.
Na última sexta-feira (dia 1º), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB cresceu 0,2% no segundo trimestre do ano, ante o primeiro trimestre. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, houve alta de 0,3%. No primeiro semestre de 2017, ante os primeiros seis meses do ano passado, o PIB apresentou estabilidade.
No Focus agora divulgado, a projeção para a produção industrial deste ano permaneceu indicando avanço de 1,00%. Há um mês, estava em 0,81%. No caso de 2018, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 2,16%, ante 2,06% de quatro semanas antes.
Já a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2017 foi de 51,95% para 52,00%. Há um mês, estava em 51,70%. Para 2018, a expectativa no boletim Focus foi de 55,60% para 55,65% ante 55,25% de um mês atrás.

Projeção para o IPCA este ano cai de 3,45% para 3,38%

Os economistas do mercado financeiro voltaram a reduzir suas projeções para o IPCA - o índice oficial de inflação - neste ano. O Relatório de Mercado Focus mostra que a mediana para o IPCA em 2017 foi de 3,45% para 3,38%. Há um mês, estava em 3,45%. A projeção para o índice de 2018 foi de 4,20% para 4,18%, ante 4,20% de quatro semanas atrás.
Na prática, as projeções de mercado divulgadas agora no Focus indicam que a expectativa é de que a inflação fique abaixo do centro da meta, de 4,5%, em 2017 e 2018. A margem de tolerância para estes anos é de 1,5 ponto porcentual (inflação entre 3,0% e 6,0%).
No dia 23 de agosto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA-15 - considerado uma espécie de prévia da inflação oficial - subiu 0,35% em agosto. O resultado ficou no piso das estimativas do mercado (de 0,35% a 0,65%).
Entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2017 seguiu em 3,27%. Para 2018, a estimativa permaneceu em 4,19%. Quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,31% e 4,06%, respectivamente.
Já a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de 4,30% para 4,19% de uma semana para outra - há um mês, estava em 4,53%. Entre os índices mensais mais próximos, a estimativa para agosto de 2017 caiu de 0,44% para 0,39%. Um mês antes, estava em 0,35%. No caso de setembro, a previsão de inflação do Focus foi de 0,31% para 0,29%, ante 0,33% de quatro semanas atrás.
O Relatório Focus também indicou manutenção na projeção para os preços administrados neste e no próximo ano. A mediana das previsões do mercado financeiro para o indicador em 2017 seguiu com alta de 6,30%. Para 2018, a mediana permaneceu em 4,70%. Há um mês, o mercado projetava aumento de 5,28% para os preços administrados em 2017 e elevação de 4,66% em 2018.
Na ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), publicada no dia 1º de agosto, o BC projetava alta de 6,6% para os preços administrados em 2017 e avanço de 5,3% em 2018.
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