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Porto Alegre, terça-feira, 26 de setembro de 2017. Atualizado às 23h50.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 27/09/2017. Alterada em 26/09 às 20h28min

Aplicativos e táxis

Infelizmente vivenciamos, novamente, a "crise" do transporte individual de passageiros no País. Demonstrar que empresas como Uber e Cabify não estão no mercado para terminar com empregos, e sim multiplicá-los, é uma árdua tarefa. A livre concorrência é benéfica, tanto para a economia como para o consumidor, mas, lamentavelmente, certa resistência parece inerente ao povo brasileiro e ao Estado. No nosso País, os monopólios são mantidos firmados nas burocracias, barreiras regulatórias e obstáculos às entradas de novos concorrentes no mercado. As inovações tecnológicas não são disseminadas, dificultando o desenvolvimento da qualidade das prestações de serviços. É triste saber que vivemos em um País onde o bem-estar, a segurança e o conforto estão ameaçados pela resistência à concorrência. (Fernanda Thomasi, advogada)
Entrevista especial
Sobre a entrevista "Reforma tributária tira autonomia dos municípios, diz procuradora" (Jornal do Comércio, 25/09/2017), o Rio Grande do Sul tem 497 municípios. Quantos será que têm capacidade para correr atrás dos devedores? Talvez uma dúzia, no máximo. O projeto vem em prol dos demais 485 municípios. (Walter Souza, Porto Alegre)
Entrevista especial II
Importante lembrar que o ente municipal, pela proposta, ficará com praticamente todos os tributos de base patrimonial (IPTU, ITBI, Itcmd e IPVA). O IPVA, que hoje é 50% do município de origem do registro do veículo e 50% do Estado, passará a ser 100% do município. Portanto, o município ganhará ainda mais nessa base tributária. (Lucas Barrios de Oliveira, Cachoeirinha/RS)
Parcelamento
Chegou a vez dos servidores municipais da Capital pagarem o preço da crise financeira do Brasil e do Estado. Depois que o Rio de Janeiro, Minas Gerais e outros estados ficaram sem dinheiro, também o Rio Grande do Sul está mal. Sem arrecadação, diminuem os repasses do ICMS para Porto Alegre. (Xisto de Bacellar, Porto Alegre)
Corrupção
Evidente que estamos todos, indistintamente, preocupados com o presente, altamente desafiador, e com o futuro do nosso País. Mais do que isso. Envergonhados com as falcatruas geradoras de quebradeiras, não só da União, como dos estados. Inobstante, visualizamos perspectivas alvissareiras resultantes do procedimento de higienização em curso. Vamos ter políticos honestos por convicção ou por temor! Os próprios partidos terão empenho especial no selecionar candidatos. Não desanimemos, até porque a nossa missão nesse quadro desalentador não pode ser outorgada. Sejamos atuantes e vigilantes. (Jorge Lisbôa Goelzer, advogado, Erechim/RS)
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