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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de agosto de 2017. Atualizado às 22h42.

Jornal do Comércio

Política

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operação lava jato

Notícia da edição impressa de 15/08/2017. Alterada em 14/08 às 21h44min

PGR desiste de novo acordo com Andrade Gutierrez

A pouco mais de um mês de deixar o cargo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou sinais de que não quer mais saber da complementação da delação da Andrade Gutierrez. A desistência ocorreu após procuradores questionarem se haveria relatos de crime envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e teles, e receberem um não como resposta.
A avaliação da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e em Brasília é que, sem Lula e sem teles, a complementação da delação da Andrade Gutierrez traria poucas novidades.
A empresa, que nasceu em Belo Horizonte, tem relações com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), mas os procuradores avaliam que os relatos dela sobre o tucano pouco acrescentariam ao que foi relatado pela Odebrecht e por Joesley Batista.
Os procuradores tinham interesse em três casos envolvendo empresas de telecomunicações porque a Andrade Gutierrez é uma das sócias da Oi e controlava a Telemar. Os casos são os seguintes: o investimento de R$ 5 milhões feito em 2005 pela Telemar na Gamecorp, empresa de Fábio Luis Lula da Silva, o filho mais velho de Lula; a compra da Brasil Telecom em 2008 pela Telemar, negócio no qual o Banco do Brasil e o Bndes entraram com R$ 6,8 bilhões; e a história narrada pelo publicitário Marcos Valério, condenado no mensalão, de que a Portugal Telecom pagou propina de € 2 milhões ao PT.
A Andrade Gutierrez negou aos procuradores que tenha havido crime nesses três episódios.
 
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