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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de agosto de 2017. Atualizado às 22h37.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 15/08/2017. Alterada em 14/08 às 20h44min

A empatia que transforma

Ir. Celassi Dalpiaz
Parece impossível, em meio a tanta falta de bons exemplos, construirmos uma alternativa para que a sociedade possa dar uma virada. Mas não é! Esta geração tem o poder da empatia transformadora, crescente entre os jovens, resultado de uma educação baseada em valores, que investe na formação integral e aposta na força do protagonismo.
No Santa Inês, entre tantos bons exemplos, tenho orgulho de destacar a atuação do 5º ano do Ensino Fundamental, que, com empatia e protagonismo, leva o aprendizado para além da sala de aula, colocando-se a serviço do próximo. Sensibilizados com a situação da Creche Santa Terezinha, que atende 72 crianças, os estudantes se engajaram e arrecadaram o suficiente para doar uma câmara fria para a instituição.
A iniciativa foi resultado do projeto "Por um Mundo Melhor e Mais Amigo", que envolveu exibição de vídeos, análise de gráficos, leitura cartográfica das diversas regiões e estudo do impacto da fome no Estado, no País e no mundo. O grupo também debateu sobre pensamentos filosóficos como forma de entender a necessidade dos outros.
Por iniciativa dos próprios estudantes, a solução foi construída de forma coletiva: criaram uma planilha de arrecadação da turma, com doação sugerida de R$ 0,10 por pessoa. Esse valor parece irrisório e, também, muito distante do necessário para chegar ao objetivo. Impossível? Não!
Em 30 dias, os estudantes adquiriram o equipamento, que vai gerar um impacto real na vida dessa instituição. Agora, a creche poderá armazenar de forma correta e por mais tempo os alimentos.
Para nós, fica o aprendizado: a doação contextualizada, empoderada pela empatia consciente, promove a transformação real, tanto na vida de quem se empenha para ajudar o próximo quanto daqueles que, muitas vezes, nem sabem o que aconteceu.
Diretora do Colégio Santa Inês
 
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