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Porto Alegre, domingo, 27 de agosto de 2017. Atualizado às 22h38.

Jornal do Comércio

Internacional

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Estados Unidos

Notícia da edição impressa de 28/08/2017. Alterada em 27/08 às 20h19min

Passagem de furacão devasta Houston

Chuvas torrenciais obrigaram moradores a sair de suas residências

Chuvas torrenciais obrigaram moradores a sair de suas residências


THOMAS B. SHEA/THOMAS B. SHEA/AFP/JC
O furacão Harvey, que enfraqueceu e já se transformou em tempestade tropical, devastou Houston, no Texas, informou ontem o Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos (NWS, na sigla em inglês). Em um boletim divulgado em seu site, o órgão informou que cinco pessoas morreram e dezenas ficaram feridas na quarta maior cidade dos EUA, com 2,3 milhões de habitantes. As chuvas torrenciais provocadas pelo Harvey causaram inundações, desabrigando vários moradores. Os dois aeroportos de Houston permanecem fechados.
Apesar de o NWS relatar cinco mortes, o Escritório do Xerife do condado de Harris, ao qual a cidade pertence, só confirmou uma morte à Agência EFE - de uma idosa que morreu ao dirigir por ruas alagadas em Houston. O veículo da mulher ficou preso em uma região com nível de água muito alto. Ela não conseguiu sair do automóvel e morreu no local.
A primeira vítima do furacão foi registrada na pequena cidade de Rockport, ainda na sexta-feira, onde o Harvey passou com ventos de 215km/h. Um homem ficou preso em casa durante um incêndio, segundo as autoridades locais.
No Twitter, o xerife do condado de Harris, o democrata Ed González, afirmou que o número de mortos pode aumentar e relatou que os serviços de emergência estão atendendo dezenas de ligações por causa das tempestades geradas pelo Harvey. Agentes da polícia de Houston evacuaram dois complexos de apartamentos, de onde resgataram mais de 50 crianças das inundações, informou o jornal local Houston Chronicle.

Patrulha de Fronteira prende 30 pessoas que tentavam entrar no país

A Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos prendeu 30 pessoas tentando entrar ilegalmente no país através de um túnel que atravessa a fronteira com o México, ao Sul de San Diego. Os agentes encontraram o túnel após a prisão dos imigrantes, dos quais 23 eram da China, perto de uma linha de cerca não muito longe da passagem da fronteira de Otay Mesa, no sábado.
Embora os túneis subterrâneos sejam uma descoberta relativamente rotineira - os agentes encontraram mais de 200 cruzamentos desse tipo desde 1990 - ,a maioria é usada para o tráfico de drogas. Segundo a Patrulha da Fronteira, os investigadores acreditam que o túnel pode ser a extensão de uma passagem inacabada descoberta e apreendida pelas autoridades mexicanas. A descoberta sugere que contrabandistas humanos e aspirantes a imigrantes estão mudando suas táticas para tentar levar as pessoas à fronteira.
Outro ponto que chamou atenção foi a origem dos presos. Historicamente, a maioria dos ilegais era composta por mexicanos, embora, nos últimos anos, o número de centro-americanos capturados atravessando a fronteira ultrapassasse os do México. Nos últimos anos, imigrantes de todo o mundo vêm aparecendo na fronteira dos Estados Unidos em números crescentes.
O presidente Donald Trump fez da repressão à imigração ilegal uma prioridade de sua administração. As prisões de pessoas que tentavam atravessar a fronteira caiu nos meses imediatamente após ele assumir o cargo, em janeiro. O republicano determinou a contratação de 5 mil novos agentes da fronteira e a construção de um muro ao longo da fronteira mexicana.

Trump estuda reduzir ou acabar com programas de intercâmbio cultural

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, considera fazer grandes reduções nos programas de intercâmbio cultural, incluindo aqueles para trabalhos remunerados e de temporada voltados para jovens de outros países, segundo pessoas familiarizadas com o planejamento da administração. Em abril, ele emitiu uma ordem executiva solicitando revisão das regras de imigração para garantir que os interesses dos trabalhadores domésticos sejam protegidos. Nenhuma decisão foi tomada, mas os apoiadores do programa preocupam-se com as mudanças que podem ser feitas sem um amplo debate público.
Um grupo de trabalho liderado pela Casa Branca é focado em cinco programas do visto tipo J-1, que oferecem intercâmbio com trabalho para estrangeiros. "A administração tem preocupações" em relação a todos os vistos que permitem trabalhadores convidados, disse Jessica Vaughan, diretora de estudos de políticas do Centro de Estudos de Imigração, que quer limitar a imigração legal e ilegal. "Mas há programas particulares que precisam de mais atenção por causa de seu tamanho, seu efeito no mercado de trabalho dos EUA e porque um número significativo de pessoas ultrapassa o tempo de seus vistos."
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