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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 00h04.

Jornal do Comércio

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Copa do Brasil

Notícia da edição impressa de 24/08/2017. Alterada em 08/09 às 00h05min

Nos pênaltis, Grêmio dá adeus ao hexa

Luan desperdiçou a última cobrança gremista, defendida por Fábio

Luan desperdiçou a última cobrança gremista, defendida por Fábio


Daniel Oliveira FotoarenaFolhapress
Maior campeão da Copa do Brasil, com cinco títulos, o Grêmio foi a Belo Horizonte para enfrentar o Cruzeiro com uma boa vantagem na mala. Podendo empatar ou até perder por um gol de diferença, desde que marcasse também, o time comandado por Renato Portaluppi só precisava repetir o bom futebol que vem exibindo em 2017 para se classificar para a final. Mas foi daquelas noites em que tudo dá errado. Diante de um Mineirão lotado, o Tricolor sucumbiu sem sequer esboçar reação, levando 1 a 0 no tempo regulamentar. Na decisão por pênaltis, o sonho do hexacampeonato se esvaiu diante da terrível pontaria dos jogadores gremistas - um dos grandes problemas do time na temporada. Resultado: 3 a 2 para a Raposa. Nas finais, dias 7 e 27 de setembro, o Cruzeiro pega o Flamengo, que ontem venceu o Botafogo por 1 a 0.
Como era de esperar de uma semifinal, a partida em Minas Gerais foi tensa. Logo aos quatro minutos, o Grêmio teve a chance de praticamente matar o jogo: Luan acionou Barrios, que entrou na área, mas chutou em cima de Fábio. Depois disso, o Cruzeiro tentou uma pressão que se traduziu em volume de jogo, mas não em finalizações. Na maioria das vezes, a zaga tricolor se saía bem; quando falhava, Marcelo Grohe dava conta do recado. Só no final do primeiro tempo os mineiros chegaram a assustar um pouco. Aos 32, Alisson cabeceou sozinho, mas Grohe pegou com segurança. Aos 41, em cobrança de falta, o goleiro espalmou chute de Thiago Neves.
Na etapa final, vendo que a pressão que seu time fazia era ineficaz, o técnico Mano Menezes colocou Raniel no lugar de Élber. Mais ofensivo, o Cruzeiro acuou o Grêmio e seguiu apostando nos cruzamentos pelo alto para chegar ao gol. E ele acabou saindo em uma bola área, só que parada. Aos sete minutos, Thiago Neves cobrou escanteio e Hudson, livre de marcação, fez 1 a 0 - Grohe ainda chegou a tocar na bola, mas não conseguiu salvar.
Mesmo com Everton no lugar de Barrios, o Tricolor continuava sem ameaçar o Cruzeiro. Por várias vezes, ainda viu a Raposa desperdiçar jogadas - Raniel e Arrascaeta tiveram chances claras de fazer o segundo gol dos donos da casa. No final das contas, pelo que o time gaúcho jogou, ir para os pênaltis acabou sendo lucro. Ou nem tanto.
Nas penalidades, Grohe até foi bem, pegando duas cobranças. No entanto, prevaleceu a incompetência dos batedores gremistas: Edílson e Everton acertaram a trave, enquanto Luan chutou fraco para a defesa de Fábio. Sobis, Raniel e Thiago converteram para os mineiros, enquanto apenas Fernandinho e Arthur fizeram para os gaúchos. Agora, resta sonhar com melhor sorte na Libertadores da América, já que no Campeonato Brasileiro o Corinthians segue cada vez mais isolado na liderança.
Cruzeiro (3) 1 x 0 (2) Grêmio
Fábio; Ezequiel, Léo, Murilo e Diogo Barbosa; Henrique, Hudson (Rafael Sóbis), Robinho, Élber (Raniel) e Alisson (Arrascaeta); Thiago Neves. Técnico: Mano Menezes.
Marcelo Grohe; Edílson, Bressan (Bruno Rodrigo), Kannemann e Cortez; Michel, Arthur, Ramiro (Fernandinho), Luan e Pedro Rocha; Lucas Barrios (Everton). Técnico: Renato Portaluppi.
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP).
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