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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 16h14.

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Conjuntura Internacional

Notícia da edição impressa de 01/09/2017. Alterada em 01/09 às 00h10min

Banco do Brics já aprovou 11 projetos para financiamentos

NBD entrou em operação em 2015 e está sediado em Xangai

NBD entrou em operação em 2015 e está sediado em Xangai


/PETER PARKS/afp/jc
O vice-presidente para Risco, Estratégia, Parcerias e Pesquisas do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), também conhecido como Banco do Brics, Paulo Nogueira Batista Júnior, informou, nesta quinta-feira, que a instituição aprovou quatro novos projetos (dois na China, um na Índia e outro na Rússia), o que eleva para 11 o número de empréstimos concedidos desde que o banco entrou em operação, em 2015. O valor total dos financiamentos é de US$ 3 bilhões.
Com sede em Xangai, o banco financia projetos de infraestrutura e de desenvolvimento sustentável nos países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), mas as operações podem ser estendidas a nações em desenvolvimento que desejem fazer empréstimos com a instituição.
O executivo também informou que o banco está planejando incorporar novos membros. "Já começamos a discutir com países potencialmente interessados", disse. "O banco vai expandir gradualmente o número de membros. Não temos ainda capacidade operacional de absorver muitos de uma vez. A expectativa é de que, no final de 2021, o banco terá presença em todas as regiões do mundo."
Batista Júnior citou que apenas três projetos do NBD até agora foram fechados em moeda local - sempre o yuan chinês. Em abril, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes) assinou acordo com o Novo Banco de Desenvolvimento, que prevê empréstimo inicial no valor de US$ 300 milhões para apoio a investimentos em geração de energias renováveis no Brasil. "Há novos projetos em discussão sendo estudados para o Brasil", disse Batista Júnior.
Ele lembrou que, no ano passado, os governadores da instituição autorizaram a instituição a iniciarem conversas com países potencialmente interessados em fazer parte do banco. Em abril de 2017, aprovaram o documento que define todas as etapas de adesão que devem ser seguidas pelos novos membros. "O plano para daqui a cinco anos é ter participantes de todas as regiões do mundo. Se tornar um banco de alcance global. Para este ano, ainda está em discussão", disse.
A intenção, de acordo com o vice-presidente, é fazer com que essa expansão ocorra de forma gradual. "Não temos condição de absorver um grande número de países novos. O banco está começando, e, se entram muitos membros, não conseguiremos corresponder às expectativas dos novos entrantes", considerou.
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/PETER PARKS/afp/jc
O vice-presidente para Risco, Estratégia, Parcerias e Pesquisas do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), também conhecido como Banco do Brics, Paulo Nogueira Batista Júnior, informou, nesta quinta-feira, que a instituição aprovou quatro novos projetos (dois na China, um na Índia e outro na Rússia), o que eleva para 11 o número de empréstimos concedidos desde que o banco entrou em operação, em 2015. O valor total dos financiamentos é de US$ 3 bilhões.
Com sede em Xangai, o banco financia projetos de infraestrutura e de desenvolvimento sustentável nos países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), mas as operações podem ser estendidas a nações em desenvolvimento que desejem fazer empréstimos com a instituição.
O executivo também informou que o banco está planejando incorporar novos membros. "Já começamos a discutir com países potencialmente interessados", disse. "O banco vai expandir gradualmente o número de membros. Não temos ainda capacidade operacional de absorver muitos de uma vez. A expectativa é de que, no final de 2021, o banco terá presença em todas as regiões do mundo."
Batista Júnior citou que apenas três projetos do NBD até agora foram fechados em moeda local - sempre o yuan chinês. Em abril, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes) assinou acordo com o Novo Banco de Desenvolvimento, que prevê empréstimo inicial no valor de US$ 300 milhões para apoio a investimentos em geração de energias renováveis no Brasil. "Há novos projetos em discussão sendo estudados para o Brasil", disse Batista Júnior.
Ele lembrou que, no ano passado, os governadores da instituição autorizaram a instituição a iniciarem conversas com países potencialmente interessados em fazer parte do banco. Em abril de 2017, aprovaram o documento que define todas as etapas de adesão que devem ser seguidas pelos novos membros. "O plano para daqui a cinco anos é ter participantes de todas as regiões do mundo. Se tornar um banco de alcance global. Para este ano, ainda está em discussão", disse.
A intenção, de acordo com o vice-presidente, é fazer com que essa expansão ocorra de forma gradual. "Não temos condição de absorver um grande número de países novos. O banco está começando, e, se entram muitos membros, não conseguiremos corresponder às expectativas dos novos entrantes", considerou.
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