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Porto Alegre, terça-feira, 29 de agosto de 2017. Atualizado às 23h08.

Jornal do Comércio

Economia

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Energia

Notícia da edição impressa de 30/08/2017. Alterada em 29/08 às 23h10min

Mudança em usinas da Eletrobras renderá metade do previsto pelo governo

Venda de energia deve render menos que os R$ 20 bilhões projetados

Venda de energia deve render menos que os R$ 20 bilhões projetados


/JOÃO MATTOS/ARQUIVO/JC
A mudança no sistema de venda de energia das usinas da Eletrobras renderá ao governo em 2018 menos da metade dos
R$ 20 bilhões previstos inicialmente. A afirmação foi feita ontem pelo secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa.
O valor final será definido esta semana, para que o Ministério do Planejamento possa incluir a previsão no orçamento do ano que vem.
Os recursos referem-se ao bônus que será pago pela estatal para deixar de vender energia no regime de cotas, a preços mais baratos, e passe a vender no mercado.
Pedrosa disse que a União pode decidir ainda vender parte de suas ações durante o processo de privatização da empresa, o que aumentaria seus ganhos.
Essa decisão, porém, ainda não foi tomada. Ele não quis avaliar o valor das ações, mas disse que projeções do mercado apontam que a fatia detida diretamente pelo governo na empresa, equivalente a 40% do capital, pode chegar a R$ 40 bilhões - hoje, são R$ 12 bilhões.
"Se o governo decidir vender metade, receberá um valor maior do que tem hoje", disse.
Anunciada na semana passada, a proposta de privatização da Eletrobras prevê o aumento de capital da companhia, atraindo novos investidores e diluindo a fatia do governo no capital total.
Com os recursos arrecadados, a estatal pagará o bônus de outorga para mudar o sistema de venda das usinas, processo que vem sendo chamado de "descotização". São 14 usinas, com capacidade de geração de 14 gigawatts (GW).
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