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Porto Alegre, terça-feira, 29 de agosto de 2017. Atualizado às 23h08.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado de capitais

Notícia da edição impressa de 30/08/2017. Alterada em 29/08 às 21h32min

Ibovespa sobe 0,44% após duas sessões de leve baixa

Depois de duas sessões de leve baixa, o Índice Bovespa voltou ontem ao terreno positivo, conduzido principalmente por uma melhora no quadro de aversão ao risco no mercado internacional. O índice fechou em alta de 0,44%, aos 71.329 pontos, na máxima do dia. Pela manhã, chegou a cair até 0,70%, quando os mercados refletiam a tensão geopolítica relacionada à Coreia do Norte e aos Estados Unidos. A agenda política doméstica teve pouca influência sobre os negócios, mas predominou entre analistas e investidores uma percepção mais otimista em relação às votações no Congresso.
A alta do Ibovespa foi garantida, em boa parte, pelas ações do setor financeiro, que lideraram as realizações de lucros nos dois últimos pregões. Os papéis operaram em alta durante todo o pregão, mas aceleraram o ritmo no final da sessão de negócios. Itaú Unibanco PN, ação de maior peso na carteira do índice, subiu 0,91% e fechou na máxima do dia (R$ 41,09). Bradesco PN avançou 1,71%, também na máxima do dia (R$ 33,99).
Ao final dos negócios, a agência de classificação de risco Fitch reafirmou o rating global BB do Itaú Unibanco e o manteve em perspectiva negativa. O rating nacional AAA (bra) também foi reafirmado, o que, segundo a agência, reflete o perfil de crédito muito forte da instituição.
As ações ordinárias da Vale também foram destaque ao longo do dia, ao ignorarem a queda do minério de ferro no mercado chinês e subirem 0,23%.
No mercado à vista, o dólar terminou em alta de 0,04%, aos R$ 3,1655. O giro financeiro somou US$ 1,49 bilhão. Na mínima, a moeda ficou em R$ 3,1588 (-0,16%) e, na máxima, aos R$ 3,1763 ( 0,38%).
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Na Riachuelo, migração para Novo Mercado é debate de longo prazo

O empresário Flávio Rocha, presidente da varejista Riachuelo, afirmou que a migração das ações da Guararapes (controladora da Riachuelo) para o Novo Mercado é uma "discussão de longo prazo". Ele respondeu a questionamento de jornalistas durante o Latam Retail Show, evento para executivos do varejo em São Paulo.
Ao mencionar a discussão sobre uma migração para o segmento de mais alta governança corporativa da B3, o executivo citou seu pai, Nevaldo Rocha. Questionado sobre se o pai era "reticente" nesse debate, afirmou: "Meu pai tem as razões dele". A família controladora detém hoje mais de 80% do capital da Guararapes, e o Novo Mercado exige um mínimo de 25% de ações em circulação no mercado. Durante o evento, Rocha ainda comemorou o desempenho financeiro recente da empresa, que retomou crescimento de vendas mais acelerado em 2017.
A crise "já ficou para trás", na avaliação de Flávio Rocha. Para ele, "há claros sinais" de retomada das vendas do varejo neste ano, passados dois anos de deterioração no consumo no Brasil. Ele ainda considerou que a economia se recupera em razão do que ele considerou ser uma transformação política. "Essa transformação não vem de um grupo que circunstancialmente está no poder, mas da melhora do eleitor cidadão, que aprendeu com o desastre econômico que aconteceu", disse.
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