Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 29 de agosto de 2017. Atualizado às 23h08.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Tributos

Notícia da edição impressa de 30/08/2017. Alterada em 29/08 às 20h44min

Decreto suspende aumento de benefício a exportador

Alíquota do Reintegra, que subiria para 3% em 2018, seguirá em 2%

Alíquota do Reintegra, que subiria para 3% em 2018, seguirá em 2%


/NOEL CELIS/AFP/JC
Os exportadores brasileiros não terão mais aumento de benefício de dedução de tributos, que estava previsto para 2018. Um decreto do presidente Michel Temer publicado na edição de ontem do Diário Oficial da União manteve em 2% a alíquota de dedução do Reintegra, programa por meio do qual o governo devolve parte do faturamento das exportações de bens manufaturados como compensação por impostos indiretos cobrados na cadeia de produtos industrializados.
A medida foi anunciada este mês pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, dentro das ações adotadas pelo governo para equilibrar as contas do Orçamento da União.
A fatia de dedução subiria de 2% para 3% em 2018. Essa decisão faz parte das medidas anunciadas no último dia 15 pela equipe econômica do governo para evitar um aumento maior na meta de déficit fiscal. O governo espera obter R$ 2,6 bilhões com o congelamento do programa.
De acordo com o decreto, a alíquota de 2% vale até o dia 31 de dezembro de 2018.
No último dia 22, o presidente Michel Temer chegou a dizer que conversaria com a área econômica sobre essa decisão de manter a alíquota. "As dificuldades atuais são muitas e a primeira ideia era eliminar os 2%, e a ideia que permaneceu foi de manter nos 2%. Mas, ainda agora, conversando com os dirigentes do setor do aço, estamos ajustando uma conversa de todos com a área econômica do governo para verificar ainda se é possível uma modificação em face de tudo aqui que foi dito", disse o presidente durante a abertura do 28º Congresso Aço Brasil, em Brasília.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia