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Porto Alegre, segunda-feira, 28 de agosto de 2017. Atualizado às 23h58.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

Notícia da edição impressa de 29/08/2017. Alterada em 28/08 às 21h27min

JBS rebate Bndes e apoia Wesley Batista na presidência

O conselho de administração da JBS decidiu manter Wesley Batista na presidência da companhia, apesar de pedido do Bndes para afastamento do executivo e investigação dos danos causados à empresa pelos crimes de corrupção delatados por Joesley Batista. Em comunicado distribuído ontem, a JBS diz que, na avaliação do conselho, o afastamento seria prejudicial à companhia. Os conselheiros também rejeitaram a proposta, também do Bndes, de contratação de auditoria externa para investigar controladores e ex-administradores.
Por meio da empresa de participações Bndespar, o banco tem 21,3% das ações da JBS. O afastamento da família Batista foi uma das primeiras bandeiras levantadas pelo presidente da instituição, Paulo Rabello de Castro, ao assumir o cargo em junho.
As propostas do Bndes serão discutidas em assembleia de acionistas em 1º de setembro e têm apoio de outros minoritários insatisfeitos com a permanência dos Batista no comando após a confissão de crimes em delação premiada. No comunicado, a empresa chama as propostas de "prematuras e disruptivas" e diz que a criação de um comitê de investigação já é prevista no acordo de leniência negociado entre sua controladora, a J&F, com o Ministério Público.
"Cabe à administração agir com serenidade, sem açodamento, para, de maneira informada, refletida e sobretudo desinteressada, com o apoio de assessores especialmente contratados, dar início aos trabalhos de investigação interna e independente exigidos pelo Ministério Público", defende. A JBS argumentou ainda que vem tomando medidas para conter a crise gerada pela delação de Joesley Batista, incluindo o afastamento do executivo, o lançamento de um plano de venda de ativos no valor de R$ 6 bilhões e acordo com bancos para alongamento de sua dívida, de R$ 20,5 bilhões.
 
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