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Porto Alegre, sexta-feira, 25 de agosto de 2017. Atualizado às 18h23.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 25/08 às 18h27min

Juros futuros de curto e médio prazos fecham em queda e longos ficam estáveis

Os juros futuros de curto e médio prazos fecharam em queda nesta sexta-feira (25), enquanto os vencimentos longos terminaram a sessão regular perto dos ajustes de ontem. A partir dos vértices intermediários, o movimento de baixa perdeu força desde o meio da tarde, na medida em que o dólar se firmou em alta na etapa vespertina. As taxas curtas, por sua vez, seguiram com recuo firme, refletindo o otimismo do mercado com o cenário desinflacionário e de queda da Selic.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 (218.560 contratos) fechou em 7,82%, de 7,87% no ajuste de ontem. A taxa do DI para janeiro de 2020 (132.350 contratos) caiu de 8,68% para 8,66% e a do DI para janeiro de 2021 (200.760 contratos) encerrou estável em 9,30%. A taxa do DI para janeiro de 2023 (45.450 contratos) passou de 9,92% para 9,93%.
Após uma semana de agenda e noticiário intensos, a sexta-feira foi mais morna em termos de ventos de impacto para os preços dos ativos, tendo como destaque a participação da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, no simpósio de Jackson Hole. "Ela não deu sinalização sobre política monetária e, assim, a interpretação foi de que não deve haver mudança no gradualismo de aperto monetário de curto prazo. O dólar reagiu em queda e levou junto os juros", explicou o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno.
No meio da tarde, a moeda americana inverteu a direção e passou a subir ante o real, em meio a cautela antes do fim de semana e a um pouco de realização de lucros, o que também fez com que os juros reduzissem a queda. Em Jackson Hole, em seu discurso o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, a exemplo de sua colega Yellen, não comentou sobre política monetária.
No Brasil, a Receita Federal informou nesta tarde que a arrecadação somou R$ 109,948 bilhões em julho, um recuo real (já descontada a inflação) de 0,34% na comparação com o mesmo mês de 2016. Em relação a junho deste ano, houve aumento real de 5,37%. O dado não chegou a mexer com o mercado, uma vez que ficou em linha com a mediana das estimativas de R$ 109,900 bilhões.
Já o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a retirada do sigilo da delação premiada do ex-governador de Mato Grosso Silval Barbosa (PMDB) e autorizou a abertura de um inquérito para apurar uma organização criminosa que se instalou na alta cúpula do governo do Estado, de acordo com o relato do procurador-geral da República Rodrigo Janot.
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