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Porto Alegre, terça-feira, 22 de agosto de 2017. Atualizado às 08h37.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 22/08 às 08h41min

Cobre sobe atento a notícias da China e atinge máxima desde 2014

O cobre atingiu nesta terça-feira (22) a máxima desde novembro de 2014. As notícias sobre o corte na oferta da China contribuem para o sentimento positivo em todo o complexo de metais básicos, mesmo em uma manhã de valorização do dólar em geral.
Às 8h25min (de Brasília), o cobre para setembro tinha alta de 0,70%, a US$ 3,0015 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
O movimento da China para controlar a oferta, no âmbito de um esforço para reduzir a poluição, tem impulsionado o complexo de metais básicos, segundo Carsten Menke, analista de pesquisa em commodities do Julius Baer.
O sentimento positivo é fruto também do anúncio de sexta-feira da Bolsa de Commodities de Dalian de que iria limitar suas compras e vendas diárias de contratos para entrega em agosto e fevereiro para 6 mil lotes a partir da terça-feira.
Investidores agora debatem quanto tempo o rali pode durar. "Nós acreditamos que o crescimento da China irá desacelerar mais para o fim do ano, especialmente do lado da construção e do setor imobiliário, que é muito intensivo no uso de metais", afirmou Menke.
Investidores aguardam ainda o discurso na sexta-feira da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Janet Yellen, na conferência do BC americano em Jackson Hole.
Entre os metais básicos negociados na London Metal Exchange (LME), o zinco subia 0,62%, a US$ 3.146,50 a tonelada, o alumínio recuava 0,41%, a US$ 2.079 a tonelada, o estanho tinha baixa de 0,20%, a US$ 20.460 a tonelada, o níquel tinha ganho de 1,02%, a US$ 11.445 a tonelada, e o chumbo avançava 0,19%, a US$ 2.350,50 a tonelada.
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