Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 21 de agosto de 2017. Atualizado às 15h09.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Governo Federal

Alterada em 21/08 às 15h10min

Henrique Meirelles faltará a reunião dos Brics para acompanhar assuntos internos

Ministro da Fazenda deve tratar de negociações com o Congresso sobre propostas do governo

Ministro da Fazenda deve tratar de negociações com o Congresso sobre propostas do governo


FABIO RODRIGUES POZZEBOM/ABR/ARQUIVO/JC
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, permanecerá no País em vez de acompanhar o presidente da República, Michel Temer, na reunião de cúpula dos Brics, que reunirá os líderes de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul de 3 a 5 de setembro, na cidade chinesa de Xiamen.
De acordo com a assessoria de imprensa do ministro, ele ficará para acompanhar uma "série de questões que exigem sua presença", como as negociações com o Congresso sobre as propostas do Refis, da reoneração da folha de pagamentos e da reforma da Previdência. O secretário de Assuntos Internacionais da pasta, Marcello Estevão, é quem representará o ministério na viagem.
A previsão é que Meirelles participe do encontro dos presidentes de bancos centrais e ministros da Fazenda do G20, grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo, marcado para ocorrer em outubro, em Washington, nos EUA. O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, também deve participar do evento. Assim como ocorreu em Goa, na Índia, em outubro do ano passado, Temer participará do encontro dos Brics sem a presença do primeiro escalão da equipe econômica.
Meirelles desistiu de se juntar à comitiva brasileira no encontro da cúpula dos Brics de Goa uma semana antes do evento para acompanhar a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, conhecida como PEC do Teto dos Gastos, que tramitava no Congresso na ocasião. O governo saiu vitorioso e aprovou um limite para o crescimento dos gastos públicos federais.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia