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Porto Alegre, quarta-feira, 16 de agosto de 2017. Atualizado às 18h29.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 16/08 às 18h33min

Dólar recua ante rivais, pressionado por ata do Fed e crise do governo Trump

O dólar reverteu os ganhos da manhã desta quarta-feira (16), e passou a operar em queda ante outras moedas fortes, enquanto os investidores digeriram a ata da reunião de política monetária mais recente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), além de uma nova crise envolvendo o governo de Donald Trump.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar caía para 110,20 ienes e o euro avançava para US$ 1,1770.
A reunião dos dirigentes do Fed foi dividida sobre como responder à mais recente queda na inflação nos EUA, de acordo com a ata. Alguns sentiram que o banco central poderia "se dar ao luxo de ser paciente" no movimento de elevação das taxas de juros, enquanto outros se preocuparam sobre se poderia haver uma forte alta na inflação, que poderia ser difícil de controlar.
De acordo com os futuros dos Fed funds, compilados pelo CME Group, a possibilidade de uma elevação na reunião de dezembro passou de 46,7%, antes da divulgação da ata, para 39,6%.
Antes da divulgação da ata, o dólar já vinha registrando queda, devido a mais uma crise no governo Trump. A saída de diversos executivos dos conselhos da Casa Branca e o anúncio do fim desses fóruns pelo presidente fez com que investidores colocassem ainda mais dúvida no apoio de Trump entre políticos e empresários.
A debandada se deu após Trump dar respostas polêmicas sobre protestos que ocorreram em Charlottesville, na Virgínia, realizados por supremacistas brancos. Sinais de turbulência na Casa Branca tendem a moderar o apetite a risco por parte dos investidores.
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