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Porto Alegre, terça-feira, 15 de agosto de 2017. Atualizado às 22h47.

Jornal do Comércio

Economia

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Combustíveis

Notícia da edição impressa de 16/08/2017. Alterada em 15/08 às 20h47min

Preço do GLP industrial acima de 13 quilos será reajustado em 6,3% e 6,9%, informa o Sindigás

O Sindigás informou que suas empresas associadas foram comunicadas ontem, pela Petrobras, sobre o reajuste do preço do GLP industrial (para embalagens acima de 13 quilos), válido a partir da 0h desta quarta-feira, nas unidades da petroleira. De acordo com as informações que as distribuidoras receberam da Petrobras, o aumento de preço será entre 6,3% a 6,9%, dependendo do polo de suprimento.
Em nota, o Sindigás diz que o aumento do GLP para embalagens que atendem o comércio e a indústria é preocupante, pois afasta ainda mais o preço interno dos valores praticados no mercado internacional, impactando justamente setores que precisam reduzir custos.
Com o aumento de preços, a contar a partir de hoje, o Sindigás calcula que o valor do produto destinado a embalagens maiores que 13 quilos ficará 39,2% acima da paridade de importação.
A Petrobras também está elevando o preço da gasolina em 1,1% e reduzindo o preço do diesel em 1% nas refinarias a partir de hoje. A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.
Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.
 

Sindicom trabalha com governo federal para rever alíquota de PIS/Cofins em etanol

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) está trabalhando com o governo federal para rever a alíquota de PIS/Cofins sobre o etanol, disse o presidente da entidade, Leonardo Gadotti, nesta terça-feira, durante o Fórum Internacional de Postos de Serviços, Equipamentos, Lojas de Conveniência e Food Service, em São Paulo.
Com a necessidade de elevar a arrecadação, o governo federal aumentou a alíquota de PIS/Cofins sobre combustíveis há cerca de um mês. Posteriormente, o governo usou um decreto que regulamenta o Conselho de Supervisão da Recuperação Fiscal de Estados para corrigir a alíquota de PIS/Cofins sobre o etanol, depois de a área econômica ter extrapolado os limites legais de aumento.
No dia 20 de julho, o governo havia anunciado o reajuste de zero para R$ 0,1964 por litro, mas depois definiu que o valor cobrado seria de R$ 0,1109 por litro. Gadotti opinou que o setor convive com carga tributária elevada e, até esse último reajuste de alíquota de PIS/Cofins, o setor tinha sonegação de R$ 4,8 bilhões por ano. Com a elevação, a estimativa é de que a sonegação possa alcançar R$ 20 bilhões por ano.
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