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Porto Alegre, terça-feira, 15 de agosto de 2017. Atualizado às 22h47.

Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócios

Notícia da edição impressa de 16/08/2017. Alterada em 15/08 às 20h54min

Produtores de fumo se reúnem para avaliar situação do setor

Caderno Dia da Indústria- matéria fumo1- crédito arquivo pessoal

Caderno Dia da Indústria- matéria fumo1- crédito arquivo pessoal


Arquivo Pessoal/ARQUIVO PESSOAL/DIVULGAÇÃO/JC
Se o Supremo Tribunal Federal (STF) julgar procedente a resolução que proíbe o uso de aditivos na fabricação de cigarros, a fumicultura brasileira terá forte impacto negativo, o que favorecerá ainda mais o mercado ilegal do produto, alerta o presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, Romeu Schneider. Ele adiantou que levará o assunto à discussão da câmara hoje, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
De acordo com Schneider, também secretário da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), os aditivos são utilizados para diferenciar os aromas e sabores de algumas das diferentes marcas de cigarros. Em 2012, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) editou resolução proibindo o uso dessas substâncias. O julgamento do caso no Supremo está previsto para amanhã.
O mercado ilegal de cigarros é outro tema que será debatido na reunião, das 9h às 13h. Segundo Schneider, o comércio irregular do produto causa enormes prejuízos ao governo, que deixa de arrecadar cerca de R$ 4 bilhões por ano em impostos, e à cadeia produtiva, que tem queda de 35% em sua atividade.
Outro assunto que será analisado é a safra de fumo 2016/2017. A estimativa de produção é de 727 mil toneladas, ante 525 mil toneladas da temporada 2015/2016, que sofreu perdas provocadas por problemas climáticos. Cerca de 88% da safra é exportada.
O cultivo de tabaco se concentra quase que exclusivamente no Sul do País. O Rio Grande do Sul é o maior produtor. Santa Catarina é o segundo polo da cultura e o Paraná, o terceiro. Hoje, a cadeia do tabaco envolve 153 mil famílias produtoras, perfazendo aproximadamente 600 mil pessoas, informa Schneider. A indústria de cigarros emprega mais 35 mil trabalhadores.
 
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