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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de agosto de 2017. Atualizado às 22h42.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 15/08/2017. Alterada em 14/08 às 21h23min

Caixa maior da B3 deve-se a vencimento de debênture

O caixa próprio ainda robusto da B3 no segundo trimestre de 2017, de R$ 4,5 bilhões, é explicado pelo vencimento de debêntures, em agosto deste ano, detalhou ontem o vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores da B3, Daniel Sonder. Essas debêntures haviam sido emitidas pela Cetip, em 2014, no valor de R$ 500 milhões, montante que a companhia quer amortizar integralmente.
Já para a segunda metade do ano que vem, a B3 terá vencimentos de R$ 1,663 bilhão, referente especialmente às debêntures emitidas pela BM&FBovespa, no âmbito da compra da Cetip. O executivo destacou que o patamar de caixa visto como ideal para a companhia é algo entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões.
O caixa médio no período foi reduzido por conta do pagamento da fatia em dinheiro aos acionistas da Cetip, de R$ 8,4 bilhões, desembolso realizado no fim de abril. A alavancagem da B3 estava, ao fim de junho, em 2,6 vezes, mas, em três anos, a expectativa da empresa é de reduzir esse indicador em uma vez, no fim de 2019.
As sinergias por conta da integração de BM&FBovespa e Cetip já começaram a ser sentidas no segundo trimestre deste ano, mas a B3 decidiu não dar mais detalhamentos sobre esse quesito, o que será feito no final do ano. O executivo disse que há um time formado na B3 que está coordenando os esforços de integração.
Sonder frisou que, dado o perfil dos negócios de BM&FBovespa e Cetip, com grande parte das despesas vinda de pessoal, é normal verificar que parte importante dessas sinergias virá dessa linha. O valor do ágio estimado para dedução fiscal referente à compra da Cetip, de R$ 7 bilhões, começará a ser amortizado a partir do terceiro trimestre deste ano.
 
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